Estrelado por Brad Pitt, F1: O Filme empolga nas primeiras reações da crítica com ação intensa, visuais impressionantes e clima de blockbuster clássico.
Crítica | Bailarina: Ana de Armas brilha em spin-off visualmente impactante, mas de roteiro bagunçado
Bailarina expande o universo John Wick com Ana de Armas, ação visual impactante e um roteiro confuso. Leia a crítica completa do spin-off.
Crítica | Lilo & Stitch (2025): Entre a falta de coragem e a ilusão do novo
O live-action de Lilo & Stitch tenta recriar a magia do original, mas falha ao ser seguro demais e emocionalmente raso. Leia a crítica completa.
Harry Potter: HBO revela trio principal da nova série e mais nomes do elenco
A HBO revelou o elenco principal da nova série de Harry Potter! Veja quem serão Harry, Hermione e Rony, além dos outros nomes confirmados para Hogwarts.
Crítica | The Last of Us – Temporada 2, Episódio Final: O preço da vingança e o impacto do vazio
A segunda temporada de The Last of Us chega ao fim com uma promessa: a de que a próxima fase da história será contada por outra perspectiva — e talvez, sob outro peso. Mas antes de virar essa chave, o episódio final entrega o desfecho da jornada solitária de Ellie em Seattle, consumida pela ideia de vingança e completamente alheia ao que ainda tem a perder. O episódio abandona qualquer preparação lenta. Não há introdução, flashbacks ou respiro. A série nos joga direto na ação — e, por isso, até parece que The Last of Us está apenas começando. Mas a verdade é que estamos no fim, e o impacto prometido não veio com a força que deveria. Ellie (Bella Ramsey) passa boa parte do episódio isolada, física e emocionalmente. Desde a despedida emocional com Joel no episódio anterior, ela parece caminhar no automático. E mesmo com boas atuações, especialmente de Young Mazino como Jesse, é impossível ignorar a tentativa fracassada do roteiro de tornar a morte do personagem algo significativo. Faltou construção, faltou conexão, e o resultado é um momento que deveria doer — mas simplesmente… não dói. O conflito entre Ellie e Jesse, que poderia ter se tornado um dos pontos altos da temporada, é apressado e mal fundamentado. O roteiro insinua tensões e divergências ideológicas, mas não as desenvolve. No fim, a morte de Jesse parece mais um dispositivo narrativo para avançar Ellie ainda mais rumo à escuridão do que uma perda real para o espectador. A série tentou preparar o terreno, mas falhou em nos fazer sentir. Enquanto isso, Dina (Isabela Merced) fica em segundo plano — não por falta de importância, mas porque a própria Ellie já está distante demais para enxergá-la. É simbólico (e doloroso) ver Ellie retornar para casa após matar uma mulher grávida, apenas para reencontrar uma Dina que carrega, literalmente, o futuro. Mas mesmo diante disso, ela continua avançando como se a dor fosse o único caminho possível. E então, finalmente, Abby (Kaitlyn Dever) retorna. A série guardou para os minutos finais seu momento mais impactante — e mais promissor. Depois de toda uma temporada em que Abby foi tratada como uma sombra, uma lenda urbana de violência e dor, agora sabemos: a próxima temporada será dela. E isso, sim, é interessante. The Last of Us sempre foi sobre a ambiguidade moral e os ciclos de violência. Mas neste final, essas ideias aparecem sem o peso necessário. É um episódio que tenta ser grandioso, mas parece vazio. O caminho para a temporada 3 está traçado — e a esperança é que, com Abby no centro, a série reencontre a densidade emocional que tanto caracterizou sua primeira fase. NOTA DO CRÍTICO Ruim
Crítica | The Last of Us – Temporada 2, Episódio 6: O adeus que nunca teremos
No episódio mais devastador da temporada de The Last of Us, Ellie e Joel finalmente encaram o passado. Uma despedida marcada por dor, amor e tudo o que nunca poderá ser dito.
O novo Superman de James Gunn ganha trailer cheio de rostos conhecidos e surpresas do DCU
A nova era da DC nos cinemas começou para valer. Nesta semana, o aguardado trailer de Superman foi divulgado, revelando um pouco mais da proposta de James Gunn para o personagem mais icônico dos quadrinhos.
Crítica | The Last of Us – Temporada 2, Episódio 5: A violência como herança e o abismo de Ellie
No quinto episódio da segunda temporada de The Last of Us, Ellie mergulha ainda mais fundo na vingança. Um capítulo marcante, intenso e cheio de dor.
Crítica | Homem com H: A Força Selvagem de Ser Ney Matogrosso
Homem com H é mais do que uma cinebiografia: é um espetáculo sensorial que se ergue em cima da ousadia, da dor e da liberdade de um dos maiores artistas brasileiros. Dirigido por Esmir Filho, o filme mergulha na trajetória de Ney Matogrosso, interpretado com intensidade feroz por Jesuíta Barbosa, e constrói uma narrativa em que o teatral se confunde com o real, em uma jornada marcada pela resistência e autoafirmação. Desde os primeiros minutos, quando contrapõe a repressão familiar com o nascimento da persona artística de Ney, a obra revela seu principal trunfo: traduzir o conflito interno e externo de um homem que ousou viver à própria maneira. Ney não apenas performa no palco — ele se transforma, se expande, se liberta. E o filme, sabiamente, acompanha esse movimento com uma estética vibrante, sensual e provocadora. Não há economia de recursos: os R$ 18 milhões investidos são visíveis nas reconstruções de época, nos figurinos exuberantes, na direção de arte sofisticada. Mas, mais do que o visual luxuoso, é a sensibilidade poética do diretor que transforma “Homem com H” em algo além da fórmula comum das biopics. Ao invés de simplesmente listar eventos, o longa os traduz em emoções. Cada performance musical — de “Bandido Corazón” a “Pro Dia Nascer Feliz” — pulsa como parte da narrativa, integrando-se à construção do personagem como se fosse seu próprio diálogo interior. Jesuíta Barbosa, por sua vez, entrega uma atuação camaleônica, encarnando não só os trejeitos de Ney, mas sua força expressiva. No palco e fora dele, há algo de instintivo, quase animalesco, na maneira como o ator habita a personagem. Essa fisicalidade selvagem é acompanhada por uma ternura surpreendente, sobretudo nas cenas em que o filme mergulha nas perdas que marcaram a vida de Ney — como o luto por Marco de Maria e Cazuza. A dor, aqui, nunca é banalizada: é emoldurada com respeito, delicadeza e até beleza. O filme, no entanto, não escapa de um tropeço comum: o terceiro ato perde fôlego ao adotar uma estrutura mais linear e apressada. Os últimos anos da vida de Ney são tratados quase como notas de rodapé, numa espécie de corrida para fechar o arco narrativo. A escolha frustra, considerando o quanto ainda havia a ser explorado de um artista cuja relevância atravessa décadas. Ainda assim, Homem com H cumpre o que promete: é uma carta de amor a um artista que nunca pediu permissão para existir — e que, por isso mesmo, continua necessário. Ney Matogrosso, com sua liberdade intransigente, comove, inspira e ensina. O filme deixa no ar uma mensagem poderosa: ser quem se é pode ser um ato radical, mas é também o caminho mais bonito que se pode escolher. NOTA DO CRÍTICO Bom!
Crítica | The Last of Us – Temporada 2, Episódio 4: Feridas Antigas e Novos Caminhos para Ellie e Dina
Isaac entra em cena e a gravidez de Dina muda tudo em um episódio denso, político e emocional. Ellie segue em busca de vingança em “The Last Of Us”.


