Segundo a imprensa boliviana, Jenife teria marcado um encontro com o suspeito no dia 1º de abril. O adolescente, que teria mentido sobre a idade ao afirmar ter mais de 20 anos, foi detido menos de 24 horas após o corpo ser encontrado. Durante o interrogatório, ele confirmou ter se encontrado com a brasileira, mas negou a autoria do crime, alegando que ela ainda estava viva quando ele deixou o apartamento.

Nesta terça-feira (8), um protesto organizado por familiares, amigos e moradores locais cobrou justiça e a repatriação do corpo. A manifestação foi convocada pela vice-prefeita da cidade, Isabel Nogueira, e reuniu dezenas de pessoas em um apelo por respostas das autoridades brasileiras e bolivianas.

Até o momento, não há previsão para a liberação do corpo. Familiares pedem agilidade no processo e apoio do governo brasileiro para o translado de Jenife ao Amapá, onde desejam realizar o sepultamento.
Em nota, o Itamaraty informou que o “Ministério das Relações Exteriores, por meio do Consulado-Geral do Brasil em Santa Cruz de la Sierra, tem ciência do caso e está em contato com os familiares da brasileira, a quem presta assistência consular, e com as autoridades locais.”







