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TikTok estaria se preparando para encerrar operações nos EUA a partir de domingo

Agora, o destino do aplicativo de vídeos curtos está nas mãos da Suprema Corte, que, na semana passada, pareceu inclinada a manter a lei, apesar dos apelos do presidente eleito Donald Trump e de legisladores para estender o prazo. Trump, cuja posse ocorre no dia seguinte à entrada em vigor da lei, afirmou que deveria ter tempo, após assumir o cargo, para buscar uma “resolução política” para o problema.

A Reuters ressalta que, caso se confirme a intenção do TikTok, o resultado da medida seria diferente do estipulado pela lei, que determinaria a proibição apenas de novos downloads do app nas lojas da Apple ou do Google, enquanto os usuários existentes poderiam continuar utilizando o aplicativo por algum tempo. Os serviços da plataforma se degradariam e, eventualmente, parariam de funcionar, pois outras empresas seriam proibidas de fornecer suporte ao TikTok.

De acordo com o plano do TikTok, indicam as fontes citadas na reportagem, as pessoas que tentarem abrir o aplicativo visualizarão uma mensagem pop-up direcionando-as para um site com informações sobre a proibição.

A empresa também planeja oferecer aos usuários a opção de baixar todos os seus dados, para que possam manter um registro de suas informações pessoais, disseram as fontes.

Procurados pela Reuters, tanto o TikTok quanto sua controladora chinesa, a ByteDance, não responderam aos pedidos de comentários.

A Reuters lembra que TikTok e ByteDance tentaram adiar a implementação da lei, que, segundo eles, viola a proteção da Primeira Emenda da Constituição dos EUA contra restrições governamentais à liberdade de expressão. Em uma audiência no mês passado, o TikTok disse estimar que um terço dos 170 milhões de americanos usam seu aplicativo e deixariam de acessá-lo se a proibição durasse um mês.

Pagamento a funcionários garantido

O TikTok planeja continuar pagando os funcionários nos Estados Unidos, mesmo que a Suprema Corte não anule a lei que determina a venda do aplicativo no país ou o proíba, segundo um memorando interno ao qual a Reuters teve acesso. A plataforma de vídeos curtos extremamente popular possui 7.000 funcionários nos EUA.

“Não posso enfatizar o suficiente que o seu bem-estar é uma prioridade máxima e, mais importante, quero reforçar que, como funcionários nos EUA, seu emprego, salário e benefícios estão garantidos, e nossos escritórios permanecerão abertos, mesmo que essa situação não seja resolvida antes do prazo de 19 de janeiro”, dizia o memorando enviado aos funcionários do TikTok.

O memorando acrescenta:

“Nossa equipe de liderança continua totalmente focada no planejamento para diversos cenários e em traçar o caminho a seguir. A lei não foi redigida de forma a impactar as entidades através das quais você é empregado, apenas a experiência do usuário nos EUA”.

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Redação Update Manauara

Ethical Dimensions in the Digital Age

The Internet is becoming the town square for the global village of tomorrow.

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