Um grupo de cineastas se encontrou, na semana passada, com Geraldo Alckmin. O ministro do Desenvolvimento prometeu ajudar na elaboração e aprovação de um novo projeto de regulação do streaming, já que os dois em debate no Congresso não agradam a setores importantes do audiovisual caboclo. O Brasil é um dos poucos países que ainda não regulou o vídeo sob demanda.
Aliás, a exemplo de Martin Luther King Jr., o líder da luta contra a segregação racial nos Estados Unidos, muita gente do audiovisual brasileiro também tem um sonho antigo: que o setor — que gera 657 mil empregos (oito Maracanãs cheios), segundo a Oxford Economics — seja mais abraçado pelo Ministério do Desenvolvimento.