Na sexta-feira, 20 de setembro, foi inaugurado o Terminal de Integração 7 (T7) em Manaus, na avenida Torquato Tapajós, zona Oeste da cidade. O terminal, desenvolvido pela Prefeitura de Manaus através do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), visa melhorar a mobilidade urbana, atendendo tanto às zonas Norte e Oeste quanto à zona rural que se conecta à BR-174. O vice-prefeito de Manaus, Marcos Rotta, ressaltou a relevância do T7, destacando que 32 comunidades serão beneficiadas, além das áreas rurais. Ele enfatizou que o terminal segue o padrão de modernização que vem sendo aplicado em outros terminais reformados e no transporte público, que recentemente recebeu uma frota de 400 novos ônibus com ar-condicionado e câmeras de segurança. O T7, com uma área de quase 16 mil metros quadrados, traz uma estrutura moderna com plataformas de embarque e desembarque, além de espaços dedicados a ciclistas e veículos particulares. O diretor-presidente do IMMU, Paulo Henrique Martins, explicou que o terminal foi desenvolvido em parceria com as comunidades, e que inovações, como atendimento completo do Sinetram, monitoramento 24 horas e um bicicletário, fazem parte do projeto. O terminal foi projetado para agilizar o transporte, especialmente ao longo do corredor viário da avenida Torquato Tapajós, que se conecta ao corredor da avenida Constantino Nery. A integração com outras linhas de transporte público possibilita o uso de uma única tarifa para viagens mais rápidas. Além das melhorias no transporte, o T7 conta com diversos serviços, incluindo guaritas de segurança, salas para motoristas e espaços dedicados a instituições como a Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp) e a Guarda Municipal. Painéis digitais informam em tempo real e totens de recarga de bilhetes estão disponíveis para os usuários. Uma das grandes novidades é a reorganização das linhas de ônibus, que agora totalizam 22 rotas, sendo oito delas novas, atendendo às demandas específicas das comunidades. As mudanças foram discutidas em colaboração com os moradores, e o desempenho dessas linhas será monitorado para garantir a eficácia do transporte. Entre as linhas que se destacam estão a 340, que leva diretamente ao centro de Manaus, e a 560 e 643, que fazem conexão com o Terminal 4. Além disso, a linha 343 permitirá que os usuários acessem a Ponta Negra, uma das áreas mais populares da cidade. A nova estrutura promete melhorar significativamente a mobilidade da população, proporcionando mais opções de transporte e uma maior conectividade entre as zonas da cidade.
Veja vídeo: Briga entre Segurança e Cliente no Shopping Via Norte, em Manaus
Na última sexta-feira (20), um vídeo mostrando uma confusão entre uma cliente e uma segurança do Shopping Via Norte, em Manaus, ganhou grande repercussão nas redes sociais. A gravação registra o momento em que as duas se envolvem em uma briga física, trocando socos e puxões de cabelo, enquanto outras pessoas tentam intervir.De acordo com as imagens, a cliente, que aparenta ser uma adolescente, puxa o cabelo da segurança, que reage revidando as agressões com socos. A situação se agrava até que dois outros seguranças entram em cena para separar as envolvidas. Além disso, uma terceira mulher, que seria irmã da cliente, também aparece nas filmagens tentando agredir a segurança.A motivação que desencadeou o conflito ainda não foi esclarecida. Entretanto, usuários das redes sociais que compartilharam o vídeo sugerem que a briga teria começado após uma abordagem feita pela segurança às duas irmãs no interior do shopping.Até o momento, o Shopping Via Norte não emitiu nenhum comunicado oficial sobre o incidente. A repercussão online levantou questionamentos sobre as circunstâncias que levaram à confusão e as medidas que serão tomadas para prevenir situações semelhantes.
Polícia Federal Indicia Renan Calheiros, Eduardo Braga e Romero Jucá por Corrupção com Grupo Farmacêutico
Polícia Federal Indicia Renan Calheiros, Eduardo Braga e Romero Jucá por Corrupção em Esquema Envolvendo Setor Farmacêutico Os senadores Renan Calheiros (MDB-AL) e Eduardo Braga (MDB-AM), além do ex-senador Romero Jucá (MDB-RR), foram indiciados pela Polícia Federal (PF) sob acusações de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O indiciamento se refere ao recebimento de propina em troca de favorecimentos ao grupo Hypermarcas, hoje conhecido como Hypera Pharma, no âmbito do Congresso Nacional. A investigação, que já dura seis anos, aponta que os parlamentares teriam utilizado suas posições para atuar em prol dos interesses da Hypermarcas, influenciando decisões legislativas em troca de vantagens financeiras. A Hypermarcas é uma das maiores empresas do setor farmacêutico no Brasil, o que ressalta a dimensão do esquema e a importância das figuras envolvidas. Seis Anos de InvestigaçãoA apuração da Polícia Federal sobre o caso começou há mais de meia década, com o inquérito avançando de forma sigilosa. No mês passado, o relatório final foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), sob o relator ministro Edson Fachin. O documento, que segue sob sigilo, foi encaminhado para a Procuradoria-Geral da República (PGR), que agora está encarregada de analisar as conclusões da investigação. O conteúdo do relatório detalha o suposto envolvimento dos senadores em operações para beneficiar a Hypermarcas, além de esquemas de lavagem de dinheiro e organização criminosa. As investigações foram transferidas ao STF devido ao foro privilegiado dos parlamentares em exercício. O Papel da PGR e a Decisão FuturaApós o envio do relatório ao STF, o ministro Edson Fachin encaminhou o material à Procuradoria-Geral da República (PGR), onde o procurador-geral Paulo Gonet avaliará as evidências e decidirá se oferecerá denúncia contra os envolvidos. Essa decisão será fundamental para o andamento do processo, podendo resultar em uma ação penal contra os senadores Renan Calheiros e Eduardo Braga, além do ex-senador Romero Jucá. Caso a PGR decida pela denúncia, os acusados poderão enfrentar o Supremo Tribunal Federal por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa, crimes que, se comprovados, podem levar a severas penas, incluindo a perda de direitos políticos e prisão. Consequências Políticas e JurídicasO indiciamento de figuras de peso como Renan Calheiros e Eduardo Braga traz fortes repercussões para o cenário político brasileiro. Renan, com uma longa trajetória política e diversas passagens por investigações judiciais, continua sendo um dos principais articuladores do Congresso Nacional. Seu papel nas negociações políticas em Brasília, junto com sua influência em votações-chave no Senado, torna o caso particularmente sensível. Eduardo Braga, líder do MDB no Senado, também ocupa uma posição estratégica no cenário legislativo, e sua inclusão no inquérito pode gerar instabilidade política dentro do partido, além de enfraquecer sua liderança na Casa. Já Romero Jucá, ex-senador e ex-líder do governo em várias gestões, já enfrentou outras acusações e investigações no passado, sendo uma figura central no MDB por muitos anos. Se as denúncias forem formalizadas e o processo avançar no STF, os indiciados poderão enfrentar sérias consequências legais. Além disso, o desenrolar desse caso pode marcar um novo capítulo na luta contra a corrupção no Brasil, especialmente envolvendo o alto escalão do cenário político. O processo agora depende da análise da PGR, e os próximos passos poderão definir o futuro de figuras influentes do Senado, com potencial de abalar estruturas políticas e trazer novos desdobramentos jurídicos.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, impôs uma multa diária de R$ 5 milhões à rede social X (antiga Twitter), controlada por Elon Musk, por burlar o bloqueio judicial que impede o acesso à plataforma no Brasil. A penalidade foi aplicada após a rede ter utilizado um “truque” técnico para reativar o serviço no país, apesar da ordem judicial que determinava sua suspensão. A multa também poderá ser cobrada subsidiariamente da Starlink, outra empresa de Musk, caso a X não efetue o pagamento. A Starlink já havia sido alvo de bloqueio de recursos no início de setembro para cobrir multas aplicadas à rede social. A punição passa a valer a partir desta quinta-feira (19), enquanto o tribunal ainda calcula o número de dias de descumprimento para aplicar a penalidade total. Moraes, em decisão divulgada como um “edital de intimação”, ordenou que a plataforma interrompa imediatamente o uso de servidores de redes de distribuição de conteúdo (CDN) – incluindo Cloudflare, Fastly e Edgeuno – configurados para evitar o bloqueio no Brasil. O ministro descreveu a manobra como “dolosa, ilícita e persistente recalcitrância” da rede social, destacando que a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) identificou o estratagema utilizado para driblar a decisão judicial. A Anatel emitiu uma nota, na qual confirma ter observado que o X voltou a ser acessível no Brasil, classificando a ação como uma “intenção deliberada de descumprir” as ordens do STF. A agência alertou que qualquer nova tentativa de desrespeitar a decisão poderá resultar em mais sanções. O bloqueio original da plataforma X foi imposto no fim de agosto, após uma série de determinações de Moraes, que condicionava a retomada do serviço ao pagamento de multas e à nomeação de um representante legal no Brasil. Recentemente, a rede social passou a utilizar novos servidores vinculados à empresa Cloudflare, o que permitiu que o bloqueio fosse contornado temporariamente, permitindo que usuários brasileiros acessassem o serviço sem o uso de VPN. Em resposta, a X afirmou que a mudança nos servidores foi uma consequência involuntária de ajustes na infraestrutura necessária para manter o serviço na América Latina, o que teria ocasionado a “restauração temporária” do acesso para os usuários brasileiros. Contudo, as autoridades brasileiras viram essa ação como uma tentativa de contornar a decisão judicial de forma deliberada.
Manaus volta amanhecer com céu encoberto de fumaça e qualidade do ar é péssima
Segundo o relatório, atualizado a cada 24 horas, o bairro com o pior índice é o Morro da Liberdade, com 157.6 µg/m³, seguido por Colônia Oliveira Machado e Vila Buriti, com 151.6 µg/m³, e Aparecida, com 140.9 µg/m³. Os bairros são os mais próximos à Região Metropolitana da capital amazonense, onde tem sido maior o número de queimadas. Esses números são indicadores de poluição atmosférica, referentes a partículas inaláveis com diâmetro inferior a 2,5 micrômetros (µm). Para serem considerados “bons”, eles precisam estar entre 0 e 25. Queimadas e focos de calor: De acordo com a Defesa Civil do Amazonas, uma das principais causas para a fumaça, e consequentemente a insalubridade do ar no Estado, são as queimadas e incêndios florestais que ocorrem com frequência em diversos municípios, inclusive na própria capital.Apenas neste mês de setembro, o Amazonas já soma 5.033 focos de queimadas ativas, além de 37 focos de calor – ficando em terceiro lugar no ranking de Estados da Amazônia Legal, atrás apenas do Mato Grosso e Pará. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Panorama de Focos de Calor no Amazonas.
Secretário municipal mata a mãe e o cão ; família descobriu que ele abusava de sobrinho
Secretário municipal mata a mãe e o cão após pedir exoneração do cargo; família descobriu que ele abusava de sobrinhoO ex-secretário municipal e advogado Thiago Felipe de Souza Avanci, de 39 anos, matou a mãe, o cachorro e tirou própria vida na noite de terça-feira (17) em Guarujá, no litoral de São Paulo. Ele cometeu o crime após a família descobrir que ele estuprava um sobrinho.Thiago era professor de Direito e foi exonerado do cargo de secretário de Modernização e Transformação Digital em Guarujá (SP) no dia do crime. A decisão foi publicada no Diário Oficial do município.A equipe de reportagem apurou que, há aproximadamente 15 dias, o sobrinho do ex-secretário relatou à psicóloga que sentia dores na região do ânus, o que chamou a atenção da profissional e dos pais do adolescente.Passados alguns dias, Thiago entregou ao irmão e ao pai do menino um envelope com alguns documentos, passando o carro para o nome do sobrinho. Junto, foi enviado um pen drive, que foi pedido de volta. Porém, antes de devolver o objeto, a cunhada acessou o conteúdo e ficou sabendo do crime contra o filho.Os familiares encontraram vídeos do autor do crime estuprando o sobrinho o que, com base nas datas dos registros, já acontecia há pelo menos um ano.O casal levou o caso à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), onde um boletim de ocorrência de estupro de vulnerável foi registrado. A Polícia obteve na Justiça um mandado de busca e apreensão e apreendeu um revólver em um dos imóveis, que não foi informado.Thiago não estava em casa, mas compareceu mais tarde para prestar depoimento e entregou outra pistola. Ele foi liberado e horas depois matou a mãe, o cachorro e tirou a própria vida.O caso foi registrado na delegacia sede de Guarujá como homicídio e suicídio consumado. Os policiais também apreenderam quatro celulares de Thiago, um notebook, um pen drive, um revólver, uma adaga e munições.Em nota, a Prefeitura de Guarujá disse que, uma equipe do Serviço Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada às 20h54, chegou ao local às 21h10, e constatou o óbito. A investigação segue sob a responsabilidade da Polícia Civil. Na última terça-feira (17), Avanci pediu exoneração do cargo, sendo a portaria publicada na edição do Diário Oficial do Município desta quarta-feira (18).
Relatório do DNIT indica R$ 1,4 bilhão para pavimentação da BR-319, trecho do meio
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) divulgou recentemente um relatório detalhando os impactos econômicos e sociais da pavimentação do trecho central da BR-319, que compreende os quilômetros 250,7 a 656,4. O projeto, que deve custar cerca de R$ 1,4 bilhão, abrange despesas com engenharia, estudos e compensações ambientais, e promete transformar a logística na região Norte, ao conectar os estados do Amazonas e Roraima com o restante do Brasil.Atualmente, a trafegabilidade na BR-319 é severamente prejudicada pelas chuvas intensas da Amazônia, que limitam o uso da estrada ao período conhecido como “verão amazônico”, entre os meses de junho e outubro. A pavimentação surge como uma solução definitiva para assegurar o fluxo contínuo de mercadorias e o transporte de passageiros durante todo o ano. As precárias condições da via têm dificultado o escoamento de produtos e a mobilidade na região, principalmente durante os meses de chuvas fortes, quando o transporte fluvial também é afetado. O DNIT estima que a obra, com previsão de duração de 48 meses, deverá gerar 1.250 empregos diretos, trazendo um impacto positivo para a economia local. Além disso, a pavimentação inclui medidas para minimizar os impactos ambientais, como a construção de 243 passagens de fauna e 49 passagens aéreas, a fim de garantir a proteção da biodiversidade amazônica. No entanto, a execução do projeto ainda depende da aprovação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), que avaliará o pedido do DNIT para prosseguir com as obras. A questão ambiental é um ponto de atenção, e o DNIT contratou a Engespro Engenharia LTDA para realizar o Estudo de Impacto Ambiental (EIA), buscando equilibrar o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental.Se aprovado, o projeto promete não apenas reduzir o isolamento de Amazonas e Roraima, mas também melhorar a competitividade econômica da região, ao facilitar o transporte de produtos e assegurar o abastecimento de insumos em tempos de crise climática.
Projota e filhos feitos reféns durante assalto à residência em Cotia, São Paulo
Na madrugada desta terça-feira (17), o cantor Projota e seus filhos vivenciaram momentos de terror ao serem feitos reféns durante um assalto à sua residência em Cotia, na Grande São Paulo. Segundo informações fornecidas pela Secretaria da Segurança Pública (SSP), a casa foi invadida por um grupo de criminosos, que subjugou o artista e seus filhos, roubando diversos objetos de valor e o carro da família, um Subaru WRX 2.0. Além dos bens materiais, os assaltantes também realizaram transações bancárias forçadas, aumentando a gravidade do crime. O caso, registrado como roubo à residência e roubo de veículo, está sendo investigado pelo 2º Distrito Policial de Cotia, que já iniciou diligências para identificar e capturar os responsáveis. A perícia foi acionada para analisar a cena do crime, e o carro roubado foi encontrado posteriormente na Estrada da Capuava, o que pode ajudar a traçar o paradeiro dos criminosos. As autoridades estão focadas em obter provas que auxiliem na localização dos envolvidos e na recuperação de todos os bens roubados. Projota, que colaborou com as investigações prestando depoimento à polícia, decidiu suspender todos os compromissos profissionais desta semana, conforme comunicado divulgado por sua produtora de eventos. A nota também destacou que o cantor está dedicado a resolver todas as pendências relacionadas ao ocorrido e a garantir a segurança de sua família. A ex-mulher do artista, Tâmara Contro, influenciadora digital e mãe dos filhos de Projota, utilizou suas redes sociais para tranquilizar os seguidores, afirmando que as crianças estão fisicamente bem. No entanto, ela ressaltou o trauma psicológico causado pela situação. “Só quem já passou por algo assim consegue entender o tamanho do desespero”, desabafou Tâmara, acrescentando que está ansiosa para rever seus filhos e ampará-los após o episódio. A mensagem reflete a dimensão emocional de um crime que vai além do prejuízo material. Assaltos a residências, especialmente com vítimas sendo mantidas como reféns, não são raros em áreas urbanas e de alta renda como Cotia, localizada na região metropolitana de São Paulo. A invasão de domicílios por criminosos organizados, que buscam bens de valor e utilizam métodos de coerção, como a realização de transferências bancárias, é uma prática que tem sido frequentemente relatada, e as autoridades de segurança vêm tentando adotar medidas para conter esse tipo de violência.
EX BBB Felipe Prior se torna réu em novo caso de denúncia de estupro
De acordo com os documentos e depoimentos analisados pelo MP, o novo episódio de estupro teria ocorrido em fevereiro de 2015, durante uma viagem a Votuporanga, no interior de São Paulo. Segundo o relato da vítima, Felipe Prior a teria forçado a ter relações sexuais dentro de uma barraca, após constrangê-la publicamente em uma piscina. O MP descreve que o acusado teria começado a tocar a vítima enquanto estavam na água, na presença de outras pessoas, o que a fez se retirar da área e ir para a barraca, onde o ataque sexual teria ocorrido. O relato detalha que Prior forçou a vítima a realizar sexo oral e, mesmo diante de sua resistência, usou de força física para consumar o ato de penetração. A vítima relatou sentir dor devido à ausência de consentimento e falta de lubrificação. A ação só foi interrompida quando Prior ouviu uma amiga da vítima se aproximando da barraca, o que possibilitou que a vítima escapasse da agressão. Este é o segundo processo de estupro em que Felipe Prior está envolvido, o que amplia a gravidade das acusações contra o ex-BBB. As alegações de violência sexual foram corroboradas por depoimentos da vítima e de testemunhas, que relataram o ocorrido de forma coerente. Agora, com o processo avançando para a fase final, resta aguardar a sentença da Justiça. Caso Felipe Prior seja condenado neste novo processo, isso poderá impactar ainda mais sua situação legal, uma vez que ele já enfrenta uma condenação anterior.
Praia da Ponta Negra é interditada devido à baixa do Rio Negro em Manaus
A partir desta terça-feira (17), a Praia da Ponta Negra, um dos mais populares balneários de Manaus, foi oficialmente interditada para banhistas devido à queda do nível do Rio Negro, que está abaixo da cota mínima de segurança estabelecida. A medida foi anunciada pelo prefeito David Almeida no início da manhã, em resposta às condições críticas do rio. De acordo com a medição feita pelo Porto de Manaus, nesta quarta-feira (18), o Rio Negro atingiu a marca de 15,77 metros, ficando aquém da cota de segurança estipulada em 16 metros. Esse limite foi estabelecido a partir de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado em 2013, que determina que a interdição da praia deve ocorrer sempre que o nível do rio descer abaixo de 16 metros, uma vez que a segurança para atividades de banho fica comprometida. A Prefeitura de Manaus, em conjunto com o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM), vinha monitorando as condições da praia há mais de duas semanas. Durante esse período, laudos técnicos foram solicitados para avaliar a balneabilidade do local e os riscos à segurança dos banhistas. Os resultados indicaram que, com o Rio Negro abaixo de 16 metros, o mergulho torna-se perigoso, aumentando o risco de acidentes. Nas últimas 24 horas, o nível do rio caiu 22 centímetros, o que motivou ainda mais a interdição como medida preventiva. Entre as ações a serem adotadas, destacam-se a instalação de placas informativas ao longo da praia, alertando a população sobre o risco de entrar na água. No entanto, a interdição não afeta completamente o uso da área. O trecho de areia continua liberado para atividades físicas, como caminhadas e exercícios, além de momentos de lazer para os frequentadores. O funcionamento do calçadão, bem como a operação das demais estruturas do complexo da Ponta Negra, segue normalmente, sem impactos por conta da interdição.


