Luis Fabiano da Silva, apontado como um dos líderes de um grupo que planejava um ataque a bomba no show da Lady Gaga, na Praia de Copacabana, foi solto após pagar fiança. O suspeito, natural do Rio Grande do Sul, foi preso em flagrante por porte ilegal de arma, segundo a Polícia Civil. Junto a ele, um adolescente de 17 anos, do Rio de Janeiro, também foi identificado como chefe do grupo e apreendido por posse de imagens de exploração sexual infantil. A investigação, classificada como caso de terrorismo pelo secretário estadual de Polícia Civil, Felipe Curi, revelou que os suspeitos usavam a plataforma Discord para planejar atentados simultâneos com coquetéis molotov e explosivos caseiros. O alvo principal era o público LGBTQIA+, dado o apoio da artista à comunidade. A operação, coordenada com o Ministério da Justiça, evitou uma tragédia em um evento que reuniu mais de dois milhões de pessoas. Além das prisões, mandados de busca e apreensão foram cumpridos em quatro estados – Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso –, resultando na apreensão de celulares e computadores, embora nenhum artefato explosivo tenha sido encontrado. O grupo promovia discursos de ódio nas redes sociais e recrutava jovens, incluindo crianças, para um “desafio coletivo”. Em uma ação paralela, a polícia cumpriu mandado em Macaé, no Norte Fluminense, contra um homem que, durante o show, ameaçava matar um bebê em uma transmissão ao vivo, acusando Lady Gaga de promover rituais satanistas. A operação foi elogiada por salvar centenas de vidas, mas a soltura de Luis Fabiano levanta debates sobre a gravidade dos crimes e os desdobramentos do caso. Equipe de Lady Gaga se pronuncia A equipe da cantora, que não foi informada previamente sobre as ameaças, tomou conhecimento do caso apenas após reportagens da imprensa brasileira, segundo comunicado enviado ao The Hollywood Reporter. “Soubemos dessa suposta ameaça por meio de reportagens da mídia esta manhã. Antes e durante o show, não houve preocupações de segurança conhecidas, nem qualquer comunicação da polícia ou autoridades para Lady Gaga sobre quaisquer riscos potenciais”, afirmou o porta-voz. O evento transcorreu sem incidentes, e a artista seguiu sua agenda normalmente. Nas redes sociais, Lady Gaga agradeceu aos fãs brasileiros: “Obrigada, Rio, por esperar pela minha volta”. A investigação continua para apurar a extensão da rede criminosa, com perícias em andamento nos dispositivos apreendidos. Em São Paulo, a Secretaria de Segurança Pública informou que um dos menores investigados admitiu publicar mensagens de ódio, mas negou envolvimento direto no plano do atentado. A operação Fake Monster segue sendo um marco na prevenção de ataques motivados por ódio, mas a soltura de um dos líderes reacende debates sobre a resposta judicial a crimes de terrorismo.
Fim de uma era: Microsoft encerra funcionamento do Skype nesta segunda-feira (5)
O Skype deixa de funcionar nesta segunda-feira (5). A descontinuação da plataforma de mensagens foi anunciada pela Microsoft no início do ano e marca o fim de uma era para o serviço lançado em 2003, que popularizou as ligações via internet. Dona da plataforma desde 2011, a Microsoft vai manter o funcionamento do Skype Business, voltado para empresas, mas tanto a versão gratuita do aplicativo padrão, quanto a versão paga, serão descontinuadas. Segundo a empresa, todos os usuários poderão migrar para a versão gratuita do Microsoft Teams, que agora se consolida como a principal plataforma da companhia para videoconferências. Transferência de usuários do Skype para o Microsoft Teams Em números divulgados em 2023, a Microsoft afirmou que o Skype ainda contava com mais de 36 milhões de usuários ativos. Na ocasião, o Microsoft Teams já ultrapassava os 320 milhões de usuários mensais. Para os usuários que desejarem realizar a migração entre as plataformas, a sincronização é feita automaticamente ao realizar o login no Teams, com a mesma conta. Dessa forma, será possível acessar conversas, contatos e grupos utilizados no Skype. Apesar do encerramento do aplicativo ocorrer hoje (5), os dados do Skype permanecerão disponíveis para backup e exclusão até janeiro de 2026. Passando este prazo, as informações vinculadas ao usuário na plataforma serão excluídas. As conversas privadas não serão migradas, mas todo o histórico de chats e os contatos serão exportados automaticamente para o Microsoft Teams.
Raimundinho Dutra, compositor do Boi Caprichoso, morre aos 94 anos
A nação azul e branca do Boi Caprichoso está de luto. Na noite de domingo, 4 de maio de 2025, faleceu aos 94 anos Raimundo Notano de Jesus Dutra, conhecido carinhosamente como Raimundinho Dutra, um dos maiores compositores da história do Festival de Parintins. Com um legado poético que atravessou gerações, Raimundinho imortalizou sua sensibilidade em toadas que se tornaram hinos do boi da estrela na testa, deixando uma marca indelével na cultura amazonense. Em homenagem ao artista, o Boi Caprichoso decretou luto oficial de três dias. Raimundinho Dutra foi muito mais que um compositor; foi um guardião da identidade cultural de Parintins. Suas toadas, como Aquarela do Touro Negro, Meu Cântico de Guerra, Mocidade e Solo Amado, capturaram a essência do Boi Caprichoso, traduzindo em versos o amor, a garra e a mística do boi azul. Essas canções, entoadas com fervor nas noites de Boi de Rua, foram fundamentais para consolidar o Caprichoso como símbolo de resistência e paixão nos primórdios do Festival de Parintins, quando a manifestação cultural ainda ganhava forma nas ruas da ilha tupinambarana. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Boi Bumbá Caprichoso (@boicaprichoso) Com uma escrita que mesclava lirismo e devoção, Raimundinho deu voz às emoções da comunidade azul e branca, transformando sentimentos coletivos em poesia. Suas composições não apenas embalaram as apresentações do boi, mas também ajudaram a preservar a cultura popular amazonense, conectando gerações de torcedores e artistas. “Raimundinho era um poeta do povo, alguém que entendia a alma de Parintins e a colocava em cada verso”, afirmou um torcedor nas redes sociais, ecoando o sentimento de milhares de azulados. A contribuição de Raimundinho Dutra para o Festival de Parintins é imensurável. Suas toadas, cantadas até hoje com entusiasmo pela nação caprichosista, são parte essencial da história do boi que, ao longo de décadas, evoluiu de uma brincadeira de rua para um dos maiores espetáculos culturais do Brasil. As letras de Raimundinho, carregadas de simbolismo e amor pelo Caprichoso, continuam a inspirar novos compositores e a emocionar o público que lota o Bumbódromo e as ruas de Parintins. Além de seu impacto artístico, Raimundinho foi uma figura querida na comunidade, admirado por sua humildade e dedicação. Sua obra permanece como um testemunho do poder da cultura popular em unir pessoas e preservar tradições, mesmo em um mundo em constante transformação.
Curativo feito com resíduos da pesca mostra capacidade de cicatrização
Produzido a partir de materiais sustentáveis e com potencial de acelerar a cicatrização, um curativo que pode ser produzido na Região Norte e nas demais localidades, à base de derivados de resíduos da indústria pesqueira, foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Universidade Federal de Lavras (UFLA), como alternativa às bandagens importadas utilizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O estudo foi publicado nesta sexta-feira, 2, na revista Materials Research. A dependência da importação encarece o tratamento e torna o sistema mais vulnerável a crises globais de abastecimento. Batizado de CH50BGF, o curativo foi desenvolvido em formato de espuma e combina quitosana – um polímero natural proveniente da indústria pesqueira – com micropartículas de vidro bioativo, material cerâmico já utilizado em aplicações biomédicas. Segundo a autora do estudo, a doutora em Engenharia Metalúrgica, Materiais e Minas, da UFMG, Talita Martins, além de favorecer a produção sustentável e local, a combinação confere alta capacidade de absorção de exsudatos, líquidos liberados por feridas, e promove a cicatrização. Nos testes laboratoriais, o CH50BGF demonstrou capacidade de absorção de líquidos de até 160% em 24 horas, desempenho considerado superior a muitos curativos comerciais disponíveis no mercado. “A tecnologia também pode ser personalizada para diferentes níveis de secreção, como queimaduras de terceiro grau ou lesões por pressão. Nossos protótipos com a quisotana grau-médico produzida na UFMG tem apresentado resultados ainda melhores. Além disso, o custo estimado é consideravelmente mais baixo”, destaca a pesquisadora. O curativo, conforme os estudos de viabilidade, custa cerca de R$ 20 por unidade, enquanto os similares estrangeiros variam entre R$ 50 e R$ 80. Outro diferencial significativo, de acordo com a autora, é o fato de ser produzido com resíduos da pesca, o que o torna o produto mais sustentável, enquanto os importados geralmente fazem uso dos materiais derivados de petróleo. A quitosana, conforme a publicação, atua como antimicrobiano natural, mantendo a umidade ideal para a regeneração do tecido e inibindo infecções, enquanto o vidro bioativo libera íons que estimulam a formação de novos vasos sanguíneos e a produção de colágeno, acelerando o fechamento da ferida. “Esse resultado reforça a possibilidade de conciliar sustentabilidade e alto desempenho, não apenas garantindo a porosidade necessária para a absorção, mas também preservando a integridade estrutural do curativo, mesmo em condições de saturação. Para um projeto voltado à substituição de insumos importados, esse resultado demonstra a viabilidade técnica de uma alternativa nacional, com potencial para reduzir custos e ampliar o acesso a tecnologias no SUS”, afirma Eduardo Nunes, doutor em Metalúrgica e de materiais e coordenador do estudo. Em termos de viabilidade, segundo Nunes, o curativo nacional pode ser até 40% mais econômico em comparação aos equivalentes importados, especialmente por utilizar resíduos da indústria pesqueira que totalizam pelo menos dez toneladas por ano no país, sendo uma opção benéfica ao meio ambiente. “Tudo isso é relevante diante da grande demanda do SUS, que precisa de cinco milhões de curativos por ano para o tratamento de feridas crônicas”, enfatiza. Fortalecimento de cadeias locais Em um plano mais amplo, conforme o estudo, a proposta fortalece cadeias locais de inovação, integrando setores de pesquisa, indústria e agricultura. “É uma abordagem que vem aliviar a pressão sobre os recursos públicos e abrir caminho para políticas de saúde mais resilientes, capazes de enfrentar crises globais sem depender de mercados externos”, afirma Talita Martins. Atualmente, a equipe trabalha para consolidar toda a cadeia produtiva, da obtenção da matéria-prima à padronização do produto final, envolvendo o aperfeiçoamento de processos sustentáveis de extração e purificação a partir dos resíduos da pesca. “O nosso intuito é estabelecer um protocolo robusto, que coloque Minas Gerais como referência nacional na obtenção dessa biomolécula”, ressalta.
Ataque à bomba em show de Lady Gaga mirava crianças e público LGBTQIAPN+
O atentado à bomba que seria executado durante o show da cantora Lady Gaga, na Praia de Copacabana, nesse sábado, 3, tinha como alvo crianças, adolescentes e o público LGBTQIAPN+. Um homem, apontado líder do grupo que planejava o ataque, foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo no Rio Grande do Sul, e um adolescente foi apreendido por armazenamento de pornografia infantil no Rio. A “Operação Fake Monster” foi planejada a partir de uma investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro que identificou que os envolvidos estavam recrutando participantes, inclusive adolescentes, para promover ataques integrados com uso de explosivos improvisados e coquetéis molotov. O plano era tratado como um “desafio coletivo”, com o objetivo de obter notoriedade nas redes sociais. Segundo a investigação, os alvos da operação atuavam em plataformas digitais, promovendo a radicalização de adolescentes, a disseminação de crimes de ódio, automutilação, pedofilia e conteúdos violentos como forma de pertencimento e desafio entre jovens. O alerta partiu da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte) da Polícia Civil, que motivou a elaboração de um relatório técnico pelo Ciberlab da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do MPSP. Na ação, foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão contra nove alvos nos seguintes: Niterói, Duque de Caxias e Macaé, no Rio; Cotia, São Vicente e Vargem Grande Paulista, em São Paulo; São Sebastião do Caí, no Rio Grande do Sul; e Campo Novo do Parecis, no Mato Grosso. O trabalho contou com o apoio de policiais civis destes Estados. Nos endereços dos alvos, foram arrecadados dispositivos eletrônicos e outros materiais que serão analisados, a fim de robustecer as investigações. Terrorismo Como desdobramento da operação, na tarde deste sábado, os agentes também foram a Macaé para cumprir um mandado de busca e apreensão contra um indivíduo que também planejava ataques. Ele ameaçava matar uma criança ao vivo, e responde por terrorismo e induzimento ao crime.
Trump anuncia tarifas para filmes produzidos fora dos EUA
O presidente Donald Trump anunciou, neste domingo, 4, que autoriza a implementação de tarifas de 100% em todos os filmes produzidos fora dos Estados Unidos. Trump disse que as produções estrangeiras são uma “ameaça à segurança nacional”, atraem cineastas para outros mercados e levam “mensagens e propagandas” para os Estados Unidos. “A indústria cinematográfica na América está morrendo uma morte muito rápida“, escreveu o presidente. “Outros países estão oferecendo todo tipo de incentivos para atrair nossos cineastas e estúdios para fora dos Estados Unidos. Hollywood e muitas outras áreas dentro dos EUA estão sendo devastadas. Este é um esforço coordenado de outras nações e, portanto, uma ameaça à segurança nacional.” “Queremos filmes feitos na América, novamente“, encerrou ele. A última ação de Trump no setor foi nomear os atores Sylvester Stallone, Mel Gibson e Jon Voight como embaixadores especiais da indústria cinematográfica americana.
Em Manaus, ministro das Cidades vistoria obras para famílias em áreas de risco
O ministro das Cidades do Governo Lula, Jader Filho, cumpre agenda no Amazonas nesta segunda-feira, 5, onde vistoria e entrega obras do programa “Minha Casa, Minha Vida”. No “Parque das Tribos”, o ministro esteve na obra de 576 apartamentos que serão entregues a famílias que viviam em áreas de risco. Segundo o ministro, em Manaus, serão entregues mais de mil unidades habitacionais, direcionado para situações de calamidade pública. Em toda a capital, serão 5 mil unidades do programa, de forma geral, e 10 mil no Estado. “A partir de tudo aquilo que se sofreu aqui há alguns anos atrás, nós identificamos que havia uma necessidade de a gente tirar essas pessoas das áreas de risco, tirar aquelas pessoas que perderam as suas unidades habitacionais e, portanto, estavam vivendo em aluguel social ou vivendo em casa de parentes”, disse o ministro. O objetivo, de acordo com o chefe da pasta, é evitar que se repitam situações como o que ocorreu em Manaus, em 2023, quando oito pessoas morreram em um deslizamento de terra, ou com os alagamentos no Rio Grande do Sul, em 2024. “Se a gente deixar as nossas cidades mais resilientes, mais sustentáveis, a gente não vai ver cenas como aconteceram aqui em Manaus ou como aconteceram no ano passado, lá no Rio Grande do Sul“, disse Jader Filho. agenda no Amazonas Jader Filho também estará no município de Presidente Figueiredo, a 117 quilômetros de Manaus, onde entrega dois módulos do Residencial Vale das Nascentes. São 400 casas construídas com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). O investiu federal foi de quase R$ 35 milhões, nos dois módulos. O ministro termina o dia em Tefé, a 523 da capital amazonense, onde assinará a autorização para construção de mais 400 moradias no Residencial Nova Tefé I, II e III.
Crítica | The Last of Us – Temporada 2, Episódio 4: Feridas Antigas e Novos Caminhos para Ellie e Dina
Isaac entra em cena e a gravidez de Dina muda tudo em um episódio denso, político e emocional. Ellie segue em busca de vingança em “The Last Of Us”.
Crítica – Revisão Missão: Impossível | A Câmera em Chamas de John Woo
Selo: Arquivo IMF – Capítulo 2 Capítulo excitante da franquia, Missão: Impossível 2 escancara o estilo autoral e exagerado de John Woo dentro de um universo cinematográfico em constante reinvenção. É como em A Hora do Pesadelo, em que a fantasia se molda ao diretor da vez: cada filme traz um Freddy diferente, um tom distinto. Aqui, Ethan Hunt se desprende da paranoia noir de Brian De Palma e mergulha num universo que abraça o exagero, o fetiche e a fisicalidade como marcas de linguagem — com raladas visuais que remetem a Matrix, As Panteras e o próprio Woo em sua fase hollywoodiana. O roteirista Robert Towne — o mesmo de Chinatown — permanece na franquia, mas aqui seu texto ganha outra pulsação. Se no primeiro filme ele construiu um labirinto de incertezas, aqui a estrutura se curva à estética eloquente do diretor. Missão: Impossível 2 não nega o noir: ele estiliza, maximiza e explode esse universo investigativo com slow motions, closes dramáticos, pombas em câmera lenta e um gosto pelo balé da violência. Tudo é sentido — como espetáculo e como sensação. O filme ecoa o delírio afetado de A Outra Face, outro projeto hollywoodiano de Woo, onde a entrega performática de Nicolas Cage é canalizada como energia narrativa. Aqui, Tom Cruise entra nesse jogo com uma afetação diferente — menos caricata, mas igualmente carregada de intensidade. O gesto, o olhar, o movimento do cabelo ao vento: tudo em Ethan é amplificado para o épico. Woo transforma seus protagonistas em mitos coreografados — e Cruise topa dançar. A figura de Ethan Hunt também muda: mais sedutor, mais sacana, mais herói de ação romântico. A sensualidade em cena — com Thandie Newton e a tensão constante entre desejo e missão — traz um toque bondiano que cria uma nova dimensão emocional para Ethan. Seus traumas, sua busca por controle e até mesmo seu vilão refletem um homem que ainda sente, ainda hesita. E que, por isso, nos envolve. Missão: Impossível 2 é um corpo estranho dentro da franquia — não por destoar, mas por assumir com orgulho o exagero e a extravagância. É como se o filme se permitisse ser um delírio momentâneo, guiado mais pela forma do que pela lógica. Mas é justamente essa liberdade visual e narrativa que o torna inesquecível: a trama pode até parecer simples, mas o modo como ela é conduzida transforma cada sequência num espetáculo. Ele não busca coerência com os filmes ao redor — ele impõe sua presença com estilo, suor e câmera lenta.


