Star Wars: Starfighter, novo filme da franquia, dirigido por Shawn Levy (Deadpool & Wolverine) e estrelado por Ryan Gosling, estreia em 2027 e pode ter um nome conhecido dos fãs de Stranger Things no elenco. Segundo o NexusPoint, Dacre Montgomery, que interpretou Billy na série da Netflix, estaria sendo cotado para integrar a nova produção. O papel ainda estaria sendo mantido em segredo, mas segundo o site, ele seria um dos protagonistas da história. Em fevereiro, Kathleen Kennedy falou sobre a produção. “Eu estou produzindo o filme de Mandalorian no momento, e também o de Shawn Levy, que vem depois. Então eu continuo na LucasFilm e ansiosa para trabalhar com Bob (Iger) e Alan (Bergman), que estão entrando no projeto. Então tudo está caminhando, e temos todo o direito de fazer o anúncio quando quisermos”, disse Kennedy ao Deadline. “O filme será ambientado no futuro, depois dos primeiros nove. Shawn fará um filme de Star Wars com história independente, talvez cinco ou seis anos após A Ascensão Skywalker”, concluiu. Já há quatro filmes de Star Wars anunciados. O primeiro vem em maio 2026 e é The Mandalorian & Grogu, uma continuação da série do Mandaloriano dirigida por Jon Favreau. Já Sharmeen Obaid-Chinoy dirigirá um filme focado nas aventuras de Rey (Daisy Ridley) após o Episódio IX, enquanto James Mangold dirigirá um filme sobre a origem dos Jedi, três mil anos antes da saga principal. Há ainda o filme de Dave Filoni, criador de Ahsoka. Além disso tudo, em desenvolvimento estão projetos de Taika Waititi e Shawn Levy. Diferente de The Mandalorian & Grogu e Starfighter, os outros filmes não têm previsão de estreia, mas a Lucasfilm reservou datas em dezembro de 2026 e dezembro de 2027 para lançamentos de Star Wars. Star Wars: Starfighter vai estrear em 28 de maio 2027.
Deputado do AM pedirá relatoria para barrar nova Zona Franca no Distrito Federal
O deputado federal Pauderney Avelino (União-AM) trabalha internamente, na Câmara dos Deputados, para ser indicado relator do Projeto de Lei nº 4.247/2019, que cria uma Zona Franca do Distrito Federal e entorno, com características de livre comércio e exportação, importação e de incentivos fiscais especiais. A proposta, que cria área de livre comércio e exportação no Distrito Federal e entorno foi aprovada na Comissão de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional da Casa Legislativa e passará pela Comissão de Finanças e Tributação (CFT), da qual parlamentar amazonense faz parte. “Vou esperar o PL que cria uma nova Zona Franca no Distrito Federal chegar na Comissão de Finanças e Tributação (CFT), da qual sou membro, para pedir a relatoria da matéria. Além de não haver previsão orçamentária para esta renúncia fiscal, o projeto não está em acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal”, disse. De autoria do deputado José Nelto (União-GO) a proposta para a criação de uma zona especial de comércio abrange o Distrito Federal, além de 35 municípios de Goiás e quatro de Minas Gerais, que teriam regime tributário, cambial e administrativo idênticos aos da Zona Franca de Manaus. “Na CFT esse projeto de Lei não passará. Já estou em contato com o presidente da comissão, deputado Rogério Correia (PT-MG) para que eu possa fazer a análise desta matéria. Trabalharemos para que esse PL não passe desta comissão”, finalizou.
Criação de uma Zona Franca no Distrito Federal ameaça competitividade da ZFM
A proposta de criação da Zona Franca do Distrito Federal e Entorno (ZFDF), aprovada na Comissão de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados no último dia 23 de abril, acendeu um alerta vermelho no Amazonas. O Projeto de Lei (PL) 4.247/2019, de autoria do deputado José Nelto (Podemos-GO), prevê a criação de uma área de livre comércio com incentivos fiscais semelhantes aos da Zona Franca de Manaus (ZFM), abrangendo o Distrito Federal, 29 municípios de Goiás e quatro de Minas Gerais. A medida, que visa impulsionar o desenvolvimento econômico do Centro-Oeste, é vista como uma ameaça direta à competitividade da ZFM, modelo consagrado na Constituição Federal, mas frequentemente alvo de críticas e disputas regionais. O parecer favorável ao PL, apresentado pelo relator Gilson Daniel (Podemos-ES), defende que a nova zona franca pode replicar o sucesso do modelo amazonense, ampliando oportunidades econômicas na região central do país. No entanto, a proximidade do Distrito Federal aos grandes centros consumidores, aliada a uma infraestrutura logística superior — com acesso rodoviário eficiente e menor dependência de transporte fluvial ou aéreo —, coloca a ZFM em desvantagem competitiva. Especialistas alertam que a oferta de incentivos fiscais semelhantes em uma localização mais estratégica pode desviar investimentos e esvaziar o papel da ZFM como polo industrial e econômico da região Norte. Bancada do Amazonas reage após aprovação inicial A aprovação do PL na Comissão de Integração Nacional pegou a bancada amazonense desprevenida. Dos deputados do Amazonas presentes, Fausto Jr. (União Brasil) e Silas Câmara (Republicanos), membros titulares, não conseguiram barrar a votação simbólica. Átila Lins (PSD-AM), suplente na comissão, também não impediu o avanço da proposta. A reação, porém, não tardou: os deputados do Amazonas agora concentram esforços para derrubar o projeto na Comissão de Finanças e Tributação (CFT), próxima etapa da tramitação. Na CFT, a bancada amazonense tem peso: Átila Lins, Pauderney Avelino (União-AM) e Adail Filho (Republicanos-AM) são titulares, enquanto Sidney Leite (PSD-AM) é suplente. Uma das estratégias é garantir a relatoria do PL para um representante do Amazonas. Átila Lins já articula com o presidente da CFT, Rogério Correia (PT-MG), para assumir o papel de relator. “A tramitação está apenas começando. A Comissão de Integração Nacional é uma etapa intermediária. O embate decisivo será na Comissão de Finanças e Tributação, onde sou titular, e na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)”, declarou Lins. Impactos e riscos para a ZFM A ZFM, criada em 1967, é um pilar econômico do Amazonas, gerando empregos e atraindo indústrias com base em incentivos fiscais para importação, exportação e produção. Sua legalidade, inclusive no que diz respeito às taxas de incentivos fiscais e serviços da Suframa, foi recentemente reconhecida pela Justiça Federal. Contudo, a possível criação bissemestre da ZFDF pode comprometer sua relevância estratégica. A maior proximidade do Centro-Oeste aos mercados consumidores do Sudeste e Sul, além de uma malha logística mais desenvolvida, poderia atrair empresas que hoje optam por Manaus, reduzindo investimentos no Amazonas e impactando a economia local. Próximos passos e mobilização O PL 4.247/2019 ainda precisa passar pela CFT e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes de chegar ao plenário da Câmara e, eventualmente, ao Senado. A bancada do Amazonas promete intensificar o diálogo com outros parlamentares e mobilizar a sociedade civil para destacar os riscos da proposta. “Não podemos permitir que a ZFM, um modelo de sucesso que sustenta a economia do Amazonas, seja enfraquecida por uma iniciativa que beneficia uma região já privilegiada logisticamente”, afirmou Fausto Jr.O debate promete esquentar nas próximas semanas, com a bancada amazonense buscando apoio de outros estados da região Norte e de setores produtivos para pressionar contra a aprovação da ZFDF. Enquanto isso, a sociedade amazonense acompanha, atenta, o desenrolar de uma disputa que pode redefinir o futuro econômico da região.
Guia de Presentes para o Dia das Mães 2025: veja o que comprar e onde encontrar em Manaus
Com a chegada do Dia das Mães, o comércio de Manaus entra em ritmo acelerado. Considerada a segunda data mais importante do varejo, a ocasião deve movimentar mais de R$ 155 milhões em vendas, segundo levantamento da Câmara de Dirigentes Lojistas de Manaus (CDL-Manaus). O ticket médio subiu de R$ 165 para R$ 167, e 94% dos consumidores afirmam que pretendem presentear neste ano. PRODUTOS MAIS PROCURADOS Entre os produtos mais procurados estão roupas, calçados, cosméticos e eletroeletrônicos. Para quem busca o presente ideal, as dicas são variadas: roupas que combinem conforto e estilo, como vestidos leves, conjuntos de alfaiataria ou looks esportivos; calçados como tênis casuais, sapatilhas ou rasteiras elegantes; e cosméticos voltados ao autocuidado, como kits de skincare e perfumes com fragrâncias suaves. Para as mães mais conectadas, a sugestão é investir em eletros úteis no dia a dia, como air fryer, cafeteira ou smartwatch. O Manaus Plaza Shopping se destaca como uma das principais opções para quem quer unir variedade, promoções e praticidade. O centro de compras fica em uma das avenidas mais movimentadas da capital, se tornando uma opção. “O shopping fica em uma região onde o fluxo de pessoas é intenso. Muiyas pessoas passam pela Djalma Batista. Também estamos preparando promoções exclusivas para o Dia das Mães, com sorteios, descontos e ações promocionais para atrair o público. A expectativa é de um crescimento significativo no fluxo de visitantes”, afirma Adriano Aguiar, gerente de marketing do shopping. A pesquisa da CDL-Manaus também mostrou que 38% dos consumidores pretendem comprar em shoppings, 30% no Centro da cidade e apenas 13% pelo e-commerce. O Pix segue sendo o meio de pagamento preferido, representando 43% das transações. Promoções e o preço final são os fatores que mais influenciam na decisão de onde comprar.Além dos presentes tradicionais, os consumidores também buscam itens afetivos e criativos: joias com significado, quadros com fotos da família, cartas escritas à mão e até um dia de passeio com a mãe estão entre as alternativas que fogem do óbvio e valorizam o vínculo familiar. A dica é pensar no estilo da mãe e escolher algo que represente cuidado e afeto, seja ele material ou emocional.
Parque Mosaico inaugura UBS em parceria com a Prefeitura de Manaus
O bairro planejado Parque Mosaico, na zona Oeste de Manaus, inaugura na segunda-feira 28/04, uma nova Unidade Básica de Saúde (UBS), fruto de uma parceria entre o empreendimento e a Prefeitura de Manaus. A unidade tem 1.200 m² de área construída, 59 compartimentos e estrutura moderna, capaz de realizar até 1.500 atendimentos diários com serviços essenciais como consultas médicas, atendimento odontológico, distribuição de medicamentos e ações de promoção à saúde. A UBS favorece prioritariamente os moradores do Parque Mosaico e dos bairros do entorno, contribuindo para descentralizar a rede municipal de saúde e ampliar o acesso da população aos serviços básicos. O terreno onde a unidade foi construída foi cedido pelo próprio bairro à Prefeitura, como parte de um compromisso conjunto em promover qualidade de vida e bem-estar social. Para José Henrique Lana, CEO da Mixcon Incorporadora — uma das empresas responsáveis pelo desenvolvimento do Parque Mosaico — a nova UBS é resultado de uma visão de longo prazo. “A parceria com a Prefeitura de Manaus mostra que o Parque Mosaico é mais do que um projeto habitacional. É uma proposta de cidade, com serviços, infraestrutura e cuidado com as pessoas. Essa unidade é um presente para quem vive aqui e um passo importante na construção de uma comunidade mais saudável e completa”, destacou José Henrique. Além da moderna estrutura física, a UBS foi pensada para fortalecer a política pública de saúde preventiva, ajudando a reduzir filas, melhorar o acompanhamento de pacientes e oferecer atendimento de forma mais acessível, principalmente em regiões que historicamente enfrentam carência de infraestrutura. Com mais de 6 mil unidades habitacionais já entregues e cerca de 8 mil apartamentos lançados, o Parque Mosaico segue em plena expansão. Planejado pelo escritório de urbanismo DPZ (Duany, Plater e Zyberk), responsável pelo novo plano diretor de Miami, o bairro conta com ciclovias abrigadas, faixas de pedestres elevadas, supermercado, linhas de ônibus e acesso direto à Av. do Futuro, conectando a região à Ponta Negra. Um dos pilares do projeto é o cuidado ambiental, com todos os levantamentos, estudos e licenças realizados para garantir o menor impacto possível e o mais alto padrão de qualidade urbana. “A entrega da UBS consolida mais uma frente do Parque Mosaico como um modelo de urbanismo inovador, inclusivo e comprometido com o desenvolvimento sustentável de Manaus”, conclui José Henrique.
Crítica | The Last of Us – Temporada 2, Episódio 3: O Luto em Silêncio e os Ecos de Joel
Análise do episódio 3 da 2ª temporada de The Last of Us. Um luto silencioso e visualmente poderoso que ecoa a ausência de Joel e aprofunda Ellie.
Crítica | The Last of Us – Temporada 2, Episódio 2: O fim de Joel e o início de uma nova dor
A morte de Joel muda tudo em The Last of Us. Confira nossa crítica do episódio 2 da 2ª temporada: um ponto de virada brutal e emocional.
Crítica | The Last of Us – Temporada 2, Episódio 1: “Dias Futuros”
The Last of Us retorna com a 2ª temporada! Leia nossa crítica completa do episódio 1 “Dias Futuros” e saiba como a série evolui com novos conflitos e dilemas.
Turismo predatório na Amazônia volta a ser denunciado: influenciadora Gisela Barcelar expõe maus-tratos a animais silvestres
A influenciadora Gisela Barcelar usou as redes sociais para denunciar uma prática cruel que ainda resiste no turismo da Amazônia: a exploração de animais silvestres para entretenimento de turistas. Em um vídeo emocionado, Gisela classificou a experiência como “o pior passeio turístico” que já fez. Durante o passeio, a influenciadora se deparou com um macaco preso por cordas próximo a uma aldeia turística, além de outros animais como preguiças e jacarés mantidos em condições precárias. Muitos desses animais são tirados de seu habitat natural e submetidos a maus-tratos para se tornarem “seguros” para fotos: têm asas cortadas, são privados de água e alimento, e mantidos em estado de quase morte. “Eu pensei muito antes de expor esse vídeo, porque a viagem para a Amazônia foi maravilhosa, é um lugar que todos devemos conhecer! Cheio de cultura, da imensidão que é a natureza do nosso Brasil. Mas o turismo também tem suas partes ruins”, relatou Gisela, reforçando que não se trata de uma crítica à cultura dos povos indígenas nem ao turismo em si, mas a práticas abusivas que ainda acontecem sob olhares tolerantes. Essa realidade, no entanto, não é novidade. O uso de animais silvestres para fotos é um problema antigo e amplamente conhecido em regiões turísticas da Amazônia. Agências de turismo, guias e até turistas, em muitos casos, contribuem para perpetuar essa prática. Muitas vezes, antes mesmo de chegar ao local, o guia já informa que haverá a oportunidade para tirar fotos com os animais, deixando a decisão nas mãos do visitante — mas sem alertar para a gravidade da situação. É preciso destacar que essa prática configura crime ambiental. Mesmo com alguns registros de prisão, a falta de fiscalização eficiente e a reincidência dos casos demonstram um ciclo difícil de ser quebrado. Ribeirinhos e indígenas envolvidos nessa dinâmica muitas vezes têm consciência da ilegalidade, mas se apoiam na falta de alternativas de renda e nas brechas legais. A denúncia feita por Gisela Barcelar reacende uma discussão urgente: como romper esse ciclo? A conscientização é o primeiro passo, mas, sem políticas públicas que ofereçam alternativas reais de sustento para essas comunidades, dificilmente o problema será erradicado. A Amazônia é rica em cultura, biodiversidade e belezas naturais. Explorar esses potenciais sem violência contra a vida silvestre é o caminho para um turismo sustentável, que respeite tanto os animais quanto as pessoas.


