Tão logo estreou “Vale tudo”, remake de Manuela Dias do clássico de Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères, de 1988, Taís Araujo, que interpreta Raquel Acioli, recebeu uma enxurrada de elogios nas redes sociais. Seu nome chegou a figurar entre os mais mencionados no X nesta segunda-feira (31). As cenas com Bella Campos (que vive sua filha, Maria de Fátima) geraram comentários positivos, mas também chamou atenção um flashback que mostra o momento da separação da personagem de Rubinho (Julio Andrade). “Cinco minutos e meio que já começou e estou com um cartaz na sala escrito TAÍS ARAUJO ATRIZ DO SÉCULO”, diz uma publicação na rede social. “Taís Araujo com 5 minutos dando aula de atuação, eu amo essa mulher”, afirma um outro. Outros já dizem que Taís é uma “lenda” da atuação e de “artista”. Outros elogiam também a união da atriz e Julio na cena em que os personagens se estapeiam.
Mais de 20 estados processam governo Trump por cortes bilionários em financiamento de Saúde
Vinte e três estados americanos e o Distrito de Columbia entraram com uma ação judicial contra o governo Trump nesta terça-feira, contestando a decisão de rescindir aproximadamente US$ 11 bilhões (cerca de R$ 62 bilhões) em financiamento federal destinado a iniciativas de saúde pública estabelecidas durante a pandemia de Covid-19. A ação foi registrada no tribunal federal de Rhode Island e liderada por procuradores-gerais de estados como Nova York, Colorado, Califórnia e Carolina do Norte, além dos governadores de Kentucky e Pensilvânia. Eles alegam que o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA (HHS, na sigla em inglês) — começou a dispensar funcionários na manhã desta terça-feira — violou a lei ao cortar os fundos “de forma repentina e imprudente”. Os estados argumentam que os cortes “violam a lei federal, colocam em risco a saúde pública e terão consequências devastadoras para comunidades em todo o país”. O processo, segundo a agência Associated Press, pede que o tribunal impeça imediatamente a administração Trump de seguir com a retirada dos recursos. — O Presidente deu a responsabilidade aos seus secretários de Gabinete de contratar e demitir em suas respectivas agências, e eles reservam esse direito. O Secretário de Saúde e Serviços Humanos anunciou mais demissões hoje. Tudo isso faz parte do esforço da administração para uma redução em massa na força da burocracia federal aqui em Washington DC, para economizar dinheiro dos contribuintes americanos — afirmou a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt. O HHS, por sua vez, disse que “não desperdiçará mais bilhões de dólares dos contribuintes respondendo a uma pandemia inexistente da qual os americanos se recuperaram anos atrás”. O que dizem os procuradores “Cortar esse financiamento agora reverterá nosso progresso na crise dos opioides, lançará nossos sistemas de saúde mental no caos e deixará os hospitais lutando para cuidar dos pacientes”, alertou a procuradora-geral de Nova York, Letitia James, em comunicado oficial. Ainda segundo os estados, os cortes foram realizados sem justificativa ou base factual. — Interromper imediatamente programas críticos de assistência médica em todo o estado sem autoridade legal não é apenas errado — coloca vidas em risco — disse o procurador-geral da Carolina do Norte, Jeff Jackson, à AP. A Califórnia pode perder quase US$ 1 bilhão, de acordo com uma declaração do gabinete do procurador-geral do estado, Rob Bonta. Esse dinheiro apoia uma série de iniciativas de saúde pública, incluindo programas de prevenção de transtornos por uso de substâncias, esforços de vacinação e prevenção da gripe aviária. Agência de saúde dos EUA inicia demissões O Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos começou a dispensar funcionários na manhã desta terça-feira, incluindo altos reguladores envolvidos na segurança de medicamentos e tabaco, de acordo com um memorando visto pela Bloomberg. A medida faz parte da reestruturação promovida pelo secretário Robert F. Kennedy Jr. E-mails enviados por Tom Nagy, secretário adjunto de recursos humanos, notificaram os funcionários sobre suas demissões por volta das 5h da manhã no horário de Washington (6h em Brasília). Segundo duas fontes familiarizadas com o caso, alguns escritórios foram parcialmente ou totalmente eliminados, incluindo departamentos responsáveis por doenças sexualmente transmissíveis, saúde global e defeitos congênitos. Os funcionários afetados pela notificação de redução de pessoal foram imediatamente bloqueados dos sistemas de informática do HHS, o que interrompeu o trabalho dos programas que administravam e impediu a comunicação com parceiros. As demissões seguem o plano anunciado por Kennedy em 27 de março para eliminar 10 mil empregos da força de trabalho da agência. Combinadas com saídas voluntárias por meio de programas de indenização, a iniciativa deve reduzir o número total de funcionários do HHS de 82 mil para 62 mil. Entre os demitidos está Peter Stein, alto funcionário da Food and Drug Administration (FDA) que supervisionava os avaliadores responsáveis pela revisão de novos medicamentos.
Explosão em fábrica de fogos de artifício na Índia deixa ao menos 21 mortos
“Houve uma grande explosão na fábrica, fazendo com que o telhado de concreto desabasse”, disse o porta-voz do governo Rishikesh Patel aos repórteres, confirmando muitas mortes e feridos. “O número de pessoas mortas no incidente na unidade de fogos de artifício agora é de 21”, disse o policial CL Solanki. O alto funcionário do governo distrital, Mihir Patel, disse que “a explosão foi tão forte que partes dos corpos de algumas vítimas foram encontradas espalhadas em uma fazenda a 200-300 metros de distância”. As famílias das vítimas moravam nas dependências da fábrica, disse Patel, que operava sem licença. As autoridades iniciaram uma investigação sobre o incidente. Os fogos de artifício são muito populares na Índia, principalmente durante o festival hindu de Diwali, bem como durante as celebrações de casamento. Explosões são comuns em oficinas de fogos de artifício, com os proprietários muitas vezes desconsiderando os requisitos básicos de segurança. No ano passado, 11 pessoas morreram na explosão de uma fábrica de fogos de artifício no estado central de Madhya Pradesh. Em 2019, pelo menos 18 pessoas morreram em uma explosão semelhante no estado de Punjab, e outras 10 morreram no mesmo ano em Uttar Pradesh.
Bar do Boi Caprichoso dá início ao ‘Ensaio dos Bumbás 2025’ em Manaus; confira programação
Os apaixonados pelo Festival de Parintins já podem começar a sentir a emoção do evento com a temporada do Ensaio dos Bumbás 2025, que inicia neste sábado, 5 de abril, com o Bar do Boi Caprichoso no Sambódromo de Manaus. A festa começa às 21h e contará com apresentações de diversos artistas do bumbá, prometendo aquecer os corações azulados em preparação para o grande festival. A entrada é gratuita. O Ensaio dos Bumbás é uma das tradições que antecedem o Festival de Parintins e reúne torcedores dos bois Caprichoso e Garantido em grandes eventos culturais. Além do Bar do Boi Caprichoso, o Curral do Garantido também fará suas apresentações no Sambódromo. Os eventos são realizados sempre aos fins de semana, normalmente aos sábados, a partir das 20h. Bar do Boi Caprichoso: 5 de abril 26 de abril 3 de maio 17 de maio 31 de maio Curral do Garantido: 12 de abril 19 de abril 14 de maio 7 de junho 21 de junho Além dos ensaios, a Festa da Vitória está marcada para o dia 5 de julho, celebrando o encerramento da temporada com muita música e folclore. Aquecendo os corações para Parintins Os ensaios são fundamentais para que os torcedores entrem no clima do Festival de Parintins, que ocorre tradicionalmente no último final de semana de junho, na ilha de Parintins, no Amazonas. Os eventos servem como um esquenta para a rivalidade saudável entre os bois Caprichoso e Garantido, além de proporcionar momentos de diversão e cultura para os fãs do festival. Com uma programação repleta de emoção, ritmo e tradição, o Ensaio dos Bumbás 2025 promete ser um grande sucesso. Prepare sua camisa azul ou vermelha e venha celebrar essa festa que é um dos maiores patrimônios culturais do Brasil!
1º de abril: saiba como o ‘Dia da Mentira’ se espalhou pelo mundo
Em muitos países o dia 1º de abril é considerado o Dia da Mentira ou Dia dos Bobos. A data é uma oportunidade para brincadeiras, trotes e pegadinhas entre amigos. Nos Estados Unidos e na Inglaterra, a data é chamada de April Fool’s Day (Dia dos Bobos de Abril). Na Itália e na França, a data é chamada de Peixe de Abril (Pesce d’Aprile, em italiano, e Poisson d’Avril, em francês). Uma das brincadeiras feitas pelas crianças e adolescentes é colar peixinhos de papel nas costas dos amigos. A tradição de 1º de abril nasceu na Europa no século XVI. Em 1582, diante do novo calendário cristão determinado pelo papa Gregório XIII, os mais resistentes à mudança teriam mantido as festas de ano novo na data antiga que variava do final de março ao dia 1° de abril. Assim, o dia ficou marcado como um “ano novo de mentira”, fazendo pegadinhas com compromissos marcados para essa data. Há também relatos históricos que relacionam a data ao festival de Hilária – uma festa romana no período anterior ao nascimento de Cristo – que celebrava o equinócio de março em honra à deusa Cibele, a “Mãe dos Deuses”, uma divindade que reunia aspectos das deusas gregas Gaia, Reia e Deméter. No Brasil, a tradição foi introduzida em 1828, com o noticiário impresso mineiro “A Mentira”, que trazia em sua primeira edição a morte de Dom Pedro I na capa e foi publicado justamente em 1º de abril. Histórias de mentiras Além das brincadeiras entre amigos, algumas empresas e até veículos de comunicação já aderiram à tradição de fazer pegadinha com os consumidores. Em 1980, a emissora pública britânica BBC noticiou que o governo do Reino Unido trocaria o mecanismo de ponteiros do famoso relógio Big Ben por um mostrador digital. A brincadeira também dizia que a primeira pessoa a ligar para a rádio ganharia os antigos ponteiros do grande relógio como lembrança. Nos Estados Unidos, em 1992, a National Public Radio (NPR), também uma emissora pública de comunicação, veiculou entrevista do comediante Rich Little em que ele se passava pelo ex-presidente Richard Nixon. O personagem afirmava que se candidataria novamente à Presidência naquele ano. Nixon havia renunciado durante processo de impeachment em 1974 pelo envolvimento no escândalo de Watergate, o que gerou revolta nos ouvintes.
Terremotos são registrados no Oceano Atlântico a menos de 1.000 km do Rio Grande do Norte
Dois terremotos de magnitude superior a 6 na escala Richter foram registrados no Oceano Atlântico, a menos de 1.000 km do litoral potiguar, na quinta (27) e na sexta-feira (28) da semana passada, segundo o Laboratório de Sismologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O primeiro tremor, de magnitude 6.1 foi registrado às 21h34 da quinta-feira, a aproximadamente 42 km do arquipélago São Pedro e São Paulo e a 952 km de Natal. Já o segundo tremor ocorreu por volta das 14h17 da sexta (28) a menos de 3 km do epicentro do primeiro evento. Segundo o professor Aderson Farias do Nascimento, coordenador do Labsis, por causa da distância, os fortes tremores não foram sentidos em terra, no litoral potiguar, mas podem ter sido sentidos no arquipélago. Ainda de acordo com o coordenador, os tremores ocorreram na dorsal meso-oceânica – na separação entre placas tectônicas e não causam risco de tsunamis ou ondas mais elevadas no litoral potiguar. “Naquela região, as placas tectônicas africanas e sul-americanas estão se separando. Então isso provoca tensões que são liberadas através de terremotos. É um fenômeno natural”, afirma. O último evento sísmico registrado no oceano Atlântico ocorreu no mesmo dia em que um terremoto de magnitude 7.7 atingiu o Mianmar, na Ásia, deixando mais de 2 mil pessoas mortas.
MPF recomenda mudança de nomes de ruas e prédios ligados à ditadura no Amazonas
O Ministério Público Federal (MPF) recomendou que órgãos estaduais e municipais do Amazonas alterem nomes de prédios, ruas, avenidas e rodovias que homenageiem colaboradores da ditadura militar. A recomendação foi assinada na terça-feira (25) e direcionada ao Governo do Estado, Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), Prefeitura de Manaus, Câmara Municipal (CMM) e Comando Militar da Amazônia (CMA). Os órgãos estaduais e municipais devem apresentar, em até 90 dias, um estudo técnico identificando todos os locais com referências à ditadura. Em até 120 dias, devem modificar os nomes apontados no levantamento e divulgar as alterações no site oficial, redes sociais e Diário Oficial. O MPF também recomendou que o CMA se abstenha de divulgar conteúdos oficiais em comemoração ao golpe de 31 de março de 1964 e à ditadura militar. O comando deve apresentar um estudo técnico em até 90 dias e, dentro de 180 dias, disponibilizar arquivos sobre pessoas mortas, desaparecidas ou torturadas no Amazonas durante o regime. Além disso, a Prefeitura e o Governo do Estado devem disponibilizar, em até 180 dias, um espaço público para preservar a memória das vítimas da ditadura. Também devem realizar, dentro de 240 dias, uma audiência pública para divulgar os resultados dos estudos. A recomendação se baseia no relatório final da Comissão Nacional da Verdade, que investigou violações de direitos humanos entre 1946 e 1988. Os órgãos notificados têm 20 dias para informar se acatarão a recomendação e quais medidas serão adotadas.


