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“Tá podre aqui”: vídeo escancara poluição no Igarapé do Gigante, em Manaus

Manaus é conhecida por suas belezas naturais, mas também convive com um problema crônico: o lixo nos seus igarapés. E foi exatamente esse cenário que o produtor de conteúdo Matheus Garcia revelou em um vídeo nas redes sociais.

A gravação começa na Marina do Davi, ponto turístico da zona oeste da cidade, onde Matheus mostra que a realidade está longe de ser um cartão-postal. Com o apoio de um barqueiro, ele percorre o Igarapé do Gigante em sentido contrário ao fluxo natural, com o objetivo de revelar o acúmulo de resíduos desde sua nascente até a foz.

“Se eu me jogar aqui agora, eu tenho certeza que eu não afundo. É muito lixo acumulado”, relata Matheus ao mostrar o que vê: uma mistura de garrafas PET, embalagens plásticas e esgoto sendo despejados diretamente na água.

A poluição também vem da área nobre

Durante o trajeto, Garcia destaca que o problema não está restrito às áreas periféricas. O Igarapé do Gigante atravessa bairros como Planalto, Parque Mosaico, Lírio do Vale e chega até a Ponta Negra — uma das áreas mais valorizadas de Manaus. No vídeo, é possível ver prédios e condomínios de alto padrão, que também contribuem para o acúmulo de resíduos no igarapé.

“Tá podre aqui. Se vocês soubessem o cheiro…”, diz Matheus, visivelmente revoltado com o descaso.

Repercussão e debate urgente

Com uma audiência de quase 23 mil pessoas, Matheus Garcia utilizou suas redes sociais para mostrar a realidade que muitas vezes passam despercebidas pela maioria. O vídeo do Igarapé do Gigante viralizou e reacendeu o debate sobre a falta de saneamento básico, educação ambiental e fiscalização eficaz em Manaus.

A denúncia toca em um ponto sensível: o impacto direto da ação humana sobre os igarapés urbanos. A gravação serve como alerta para a responsabilidade compartilhada entre cidadãos, empresas e poder público.

Preservar é urgente

Manaus tem mais de 150 igarapés cortando sua área urbana — e muitos enfrentam o mesmo destino do Igarapé do Gigante. “Nós deveríamos ser os primeiros a ser os protetores dessa terra”, afirma Garcia no vídeo, reforçando o sentimento de pertencimento e a necessidade de agir coletivamente.

A publicação é um lembrete de que proteger os recursos naturais não é tarefa de um grupo isolado. É um esforço que exige investimento público, mudança de hábitos e, principalmente, consciência coletiva.

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Redação Update

Ethical Dimensions in the Digital Age

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