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Kleber Mendonça celebra indicação à Palma de Ouro, no Festival de Cannes, e exalta parceria com Wagner Moura: ‘Orgulho’

E lá se vão 20 anos desde que Kleber Mendonça Filho teve o curta-metragem “Vinil verde” (2005) selecionado para a mostra paralela Quinzena dos Realizadores (atualmente a Quinzena de Cineastas) no Festival de Cannes. De lá pra cá, o cineasta se tornou, aos poucos, figurinha frequente no evento cinematográfico, com “Aquarius” (2016) e “Bacurau” (2019) indicados à Palma de Ouro. A lista agora ganha um novo componente, com o anúncio do filme inédito “O agente secreto”, protagonizado por Wagner Moura, na seleção dos concorrentes ao prêmio máximo do evento. O diretor está em festa, como ele demonstra.

— Tenho uma relação muito forte com Cannes. Hoje de manhã estava pensando que não é tão diferente daqueles anos passados na universidade. Acho que o Festival de Cannes tem essa participação na minha vida. Fui lá inicialmente como jornalista e crítico e, aos poucos, eu mudei esse papel — diz Kleber.

Estrelado por Wagner Moura, Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Alice Carvalho, Hermila Guedes e Udo Kier, “O agente secreto” é o sexto longa de Kleber. Trata-se de um thriller de suspense ambientado entre Recife e São Paulo durante os anos 1970. Na trama, Wagner interpreta Marcelo, “um especialista em tecnologia que chega no Recife em 1977 à procura de um pouco de paz, mas logo se torna um agente do caos na cidade”, como destaca a sinopse oficial.

— Este já é meu terceiro filme em competição, e isto é um prazer. É uma honra. Quero que o filme seja visto. Estou feliz com o filme, orgulhoso do trabalho que toda a equipe fez, e que todos os atores fizeram. Estou muito feliz e muito orgulhoso por Wagner Moura, que é um grande artista, uma grande pessoa. Acho que é o melhor papel dele no cinema, e olha que ele fez belos papéis no cinema — frisa o diretor.

Kleber festeja a boa fase do cinema nacional. Para ele, o setor vive uma nova retomada — com exemplos bem-sucedidos, entre os quais “Ainda estou aqui” (2024), vencedor do Oscar de melhor filme internacional, e “O último urso”, ganhador do Urso de Prata no Festival de Berlim.

— A gente teve um bom momento em 2019, com “Bacurau”, “A vida invisível”, “Marighella”, “A febre”, “Temporada”… E aquele grande momento foi interrompido não só por um governo que não entendia nada de nada, e muito menos de cultura, mas também pela crise de Covid-19. Sinto que agora a gente está voltando, retomando uma velocidade de cruzeiro — comenta o cineasta. — A gente tem que continuar fazendo filmes e defendendo o cinema brasileiro e a regulamentação do streaming. Temos tudo para sedimentar um momento que atualmente é muito positivo do ponto de vista de exposição.

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