O Mercado de Origem abre as portas para receber a Feira D com o tema ‘Sorte A Nossa’. O evento será realizado entre os dias 9 a 12 de abril de 2026, das 10h às 20h, e celebra o design autoral, a criatividade brasileira e as narrativas que nascem do território, do fazer manual e da identidade cultural. De acordo com a organização da mostra, a edição propõe um olhar sensível para a sorte como construção — atravessada por fé, trabalho, intuição e presença — elementos que fazem parte do imaginário e do cotidiano de quem cria. “A nossa feira é feita de encontros que fazem sentido, de marcas que carregam propósito e de histórias que merecem ser vistas e compartilhadas. Pensamos nela para além das vendas, pensamos nela como um espaço de trocas, vivências e de ocupação de um território criativo”, salienta o curador e organizador da mostra, André Porto Faleiros. O curador salienta, ainda, que o “calor manauara” é parte primordial do evento e que sua curadoria é composta de processos criativos autorais, identidade cultural e territorial, produção consciente e contemplação de marcas com história, intenção e coerência. “E quando falo do calor, falo da forma que recebemos, que nos encontramos e que criamos. O manauara é um povo generoso, inteligente e ávido por novidades. Quando esses elementos se unem, nasce uma conexão única e genuína. Aguardem uma edição inesquecível. Afinal, a nossa sorte é a nossa gente”, finaliza. O Mercado de Origem é um dos territórios mais simbólicos da cidade. O espaço se consolidou como um ponto de encontro entre cultura, criação, gastronomia e economia criativa, conectando o fazer contemporâneo às origens amazônicas. Feira D, com o tema ‘Sorte A Nossa’Data: 9 a 12 de abril de 2026 Local: Mercado de OrigemHorário: das 10h às 20hEntrada: gratuita
Coca-Cola Brasil celebra 30 anos de parceria com o Festival de Parintins
Com contrato bianual inédito, companhia reforça compromisso de longo prazo com a cultura amazônica e com o desenvolvimento da região Manaus, 13 de março de 2026 – O Festival Folclórico de Parintins, uma das maiores celebrações da cultura popular brasileira, chega à sua 59ª edição com um marco especial: os 30 anos de parceria entre a Coca-Cola Brasil e o Festival. Primeira grande marca a acreditar no potencial da festa e a investir no evento, a companhia celebra três décadas de apoio contínuo à cultura amazônica e ao desenvolvimento da região. Neste ano, a Coca-Cola Brasil firma um contrato bianual com os bois-bumbás, garantindo o patrocínio para as edições de 2026 e 2027 e reforçando um compromisso ainda mais duradouro com o Festival e com a cadeia cultural e econômica que ele movimenta. Pioneira no patrocínio ao Festival – ao se tornar, em 1995, a primeira grande empresa a aportar recursos para a realização da festa – a Coca-Cola Brasil mantém há três décadas uma atuação consistente em Parintins. Para a companhia, apoiar o Festival significa valorizar uma das mais importantes manifestações culturais do país e contribuir para o fortalecimento da economia local. “Há 30 anos, a Coca-Cola foi a primeira grande marca a acreditar na força do Festival de Parintins e no potencial dessa celebração para o Amazonas e para o Brasil. Temos muito orgulho dessa trajetória construída ao lado da comunidade, das agremiações e de todos que fazem o Festival acontecer. Ao celebrar esse marco, reforçamos nosso compromisso de longo prazo com a região, agora também com um contrato bianual que amplia nossa parceria com Caprichoso e Garantido e traz ainda mais previsibilidade para o futuro do Festival”, afirma Eduardo Dias, diretor sênior de Relações Governamentais da Coca-Cola Brasil O apoio e o patrocínio da Coca-Cola Brasil ao Festival de Parintins e às agremiações Caprichoso e Garantido, de acordo com o diretor, também impulsionam uma ampla cadeia da economia criativa na ilha e na capital amazonense. A preparação para o Festival mobiliza artistas, artesãos, costureiras, soldadores, cenógrafos, músicos e diversos fazedores de cultura que ajudam a transformar Parintins em palco de um dos maiores espetáculos culturais do país. Ao completar 30 anos de patrocínio ao Festival de Parintins, a Coca-Cola Brasil celebra uma trajetória construída ao lado da cultura amazônica e da comunidade local – reafirmando sua convicção de que investir no Festival é também fortalecer a economia criativa, valorizar os talentos da região e contribuir para o futuro da Amazônia. Impacto que vai além do Festival Outro importante impacto dos investimentos da Coca-Cola Brasil no Festival e na cidade de Parintins são as ações realizadas dentro e fora do Bumbódromo. Ao longo dos anos, a companhia tem buscado contribuir para que esse movimento cultural também gere impactos positivos para a comunidade local. Um exemplo é o Recicla, Galera, iniciativa realizada em parceria com o Governo do Estado do Amazonas que promove a gestão de resíduos durante o Festival e gera renda para os trabalhadores da Associação de Catadores de Parintins (Ascalpin). Outro destaque é o Coca-Cola dá um Gás: Mulheres, programa que incentiva o empreendedorismo feminino na cidade, ampliando oportunidades de capacitação e geração de renda para mulheres da região. Coca-Cola Brasil e o Amazonas O compromisso da Coca-Cola com o Amazonas também se estende para além dos dias de Festival. A região abriga a Recofarma, fábrica de concentrados da companhia em Manaus e uma das maiores do sistema Coca-Cola no mundo, além da operação da Solar Coca-Cola, responsável pela produção e distribuição das bebidas na região. Essas operações contribuem para a geração de emprego e renda e para o fortalecimento da economia local. A atuação da companhia também inclui iniciativas voltadas à valorização da sociobiodiversidade amazônica, como o programa Olhos da Floresta, que incentiva o cultivo sustentável do guaraná em municípios do Amazonas. A iniciativa apoia agricultores familiares organizados em associações e cooperativas, em sua maioria lideradas por mulheres, contribuindo para a geração de renda e para o fortalecimento da economia local. INFORMAÇÕES PARA IMPRENSAPara falar sobre Coca-Cola Brasil | Edelman Brasil | imprensacoca-cola@edelman.com Natália Lucas | 99111-8907 | natalia.lucas@edelman.com
Em clima de final de Copa, Brasil se prepara para noite do Oscar
“O Agente Secreto” chega à premiação deste ano com quatro indicações Faltando poucos dias para a cerimônia do Oscar, o Brasil vive novamente um fenômeno curioso e raro no audiovisual: um clima de torcida coletiva. Como em final de Copa do Mundo, bares, cinemas e cineclubes em várias cidades do país estão organizando transmissões da premiação, bolões, quizzes e sessões especiais para acompanhar a 98ª edição da maior noite do cinema mundial neste domingo (15). Se Hollywood trata o Oscar como uma sofisticada engrenagem de campanhas e estratégias de estúdio, no Brasil ele ganhou novos contornos. Há memes nas redes sociais, correntes de torcida e uma mobilização espontânea de cinéfilos que lembra muito o que aconteceu no ano passado com “Ainda Estou Aqui”, que recebeu o Oscar na categoria de melhor filme internacional. Agora, o centro dessa expectativa é “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, que chega a 2026 com indicações de Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Ator para Wagner Moura. Os números ajudam a explicar o entusiasmo. Mesmo competindo com superproduções de Hollywood, o filme brasileiro, segundo dados da FILME B, portal sobre o mercado de cinema no Brasil, lidera a bilheteria entre os indicados ao Oscar, com 2.464.071 ingressos vendidos e mais de R$ 50 milhões arrecadados. Entre os dez concorrentes ao prêmio principal da Academia Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, organizadora da premiação, é também o longa de menor orçamento, um detalhe que torna sua trajetória ainda mais simbólica. Em várias cidades brasileiras, a premiação será acompanhada coletivamente, um fenômeno que vem crescendo nos últimos anos. No Rio de Janeiro, o produtor e exibidor Cavi Borges, do Grupo Estação e da Cavideo, prepara novamente uma grande festa cinéfila para a transmissão. O evento começou há mais de duas décadas de forma quase improvisada: “Eu faço essa transmissão ao vivo do Oscar há 25 anos. Começou lá na Cobal do Mytown, quando a Cavideo estava nascendo. Era uma reunião pequena, cinéfila mesmo.” Nos últimos anos, porém, o evento ganhou proporções inesperadas. “No ano passado, foi o ápice: quase duas mil pessoas. Cinco salas lotadas e um telão no saguão. Quando o Brasil ganhou o Oscar, o cinema tremeu. Foi histórico.” Para 2026, a expectativa é ainda maior. O evento terá bolão de apostas, quiz cinéfilo, concurso de sósias de Wagner Moura e transmissão simultânea em salas do Estação Net Rio e do Estação Net Botafogo. Mais do que festa, Borges vê nisso um efeito direto do momento que o cinema brasileiro atravessa. “Muita gente que não frequentava cinema de arte começou a aparecer. Pessoas que iam ao shopping ver blockbuster foram à Estação para ver Ainda Estou Aqui ou O Agente Secreto. E quando chegam lá descobrem um monte de outros filmes.” Segundo ele, esse movimento ajuda a revelar algo curioso: “O Brasil produz cerca de 300 filmes por ano, mas o grande público conhece quatro ou cinco. Quando as pessoas entram na sala de cinema por causa de um filme brasileiro que virou fenômeno, elas descobrem que existe muito mais.” Dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, O Agente Secreto tornou-se um caso raro: um filme autoral que conseguiu dialogar com o público sem abrir mão de sua identidade estética. O longa já ultrapassou 2,4 milhões de espectadores, tornando-se o filme mais visto no Brasil entre todos os indicados ao Oscar deste ano. Nas redes sociais, Kleber tem demonstrado uma mistura de celebração e responsabilidade diante da mobilização nacional. O diretor agradeceu recentemente a “energia incrível” do público brasileiro e destacou algo que considera essencial para o sucesso do filme: as políticas públicas de incentivo ao audiovisual. Para ele, o reconhecimento internacional também tem um significado cultural mais amplo. O cineasta afirma que a presença do filme no Oscar representa uma forma de “soft powerbrasileiro” — a capacidade de o país projetar sua cultura e sua identidade no palco global.Ao mesmo tempo, Kleber reconhece a pressão e já comentou sentir “medo de decepcionar” diante da enorme expectativa criada no Brasil. Entre todas as categorias, especialistas apontam uma em que o Brasil aparece particularmente forte. A nova categoria de Melhor Direção de Elenco, criada pela Academia em 2024 e inaugurada nesta edição do Oscar, pode marcar um momento histórico para o país. O brasileiro Gabriel Domingues foi indicado pelo trabalho em O Agente Secreto, responsável pela seleção de mais de 60 atores, combinando nomes consagrados e novos Mesmo com o entusiasmo brasileiro, a disputa continua aberta. Veículos especializados americanos apontam “Pecadores”, de Ryan Coogler, como possível grande vencedor da noite. Publicações ligadas ao cinema independente foram mais generosas com o longa brasileiro. O site IndieWire, por exemplo, colocou O Agente Secreto no topo do ranking entre os indicados a Melhor Filme. Entre os favoritos estão Timothée Chalamet, vencedor do Globo de Ouro, e Michael B. Jordan. Mas há também histórias que Hollywood adora: trajetórias longas esperando reconhecimento. É impossível não lembrar, por exemplo, de Ethan Hawke — um dos atores mais respeitados de sua geração que, surpreendentemente, nunca levou uma estatueta. Enquanto isso, o Brasil torce por Wagner Moura, que chega à corrida com enorme capital simbólico após sua vitória no Globo de Ouro. Se os prognósticos internacionais são cautelosos, no Brasil o sentimento é outro. Há algo que números e estatísticas não capturam: a mobilização afetiva em torno de um filme. Nunca tantos portais, canais de cinema, podcasts e perfis nas redes sociais acompanharam tão intensamente a temporada de premiações. Talvez porque o cinema brasileiro esteja vivendo um momento raro: o de voltar a se ver no centro da conversa mundial.
MPF pede condenação de Ratinho e SBT por falas contra Erika Hilton
O Ministério Público Federal (MPF) protocolou na Justiça uma ação de danos morais coletivos contra o apresentador Carlos Massa, conhecido como Ratinho, e o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT). O órgão acusa Ratinho de praticar discurso transfóbico contra a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP). Na quarta-feira (11), durante seu programa no SBT, Ratinho questionou a eleição de Erika para a função de presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados. “Não achei muito justo, não. Com tanta mulher, por que vai dar para uma mulher trans? A Erika Hilton. Ela não é mulher, ela é trans”, disse. O MPF pede que o apresentador e o SBT sejam condenados ao pagamento de R$ 10 milhões em danos coletivos e solicita que a emissora retire imediatamente a fala de Ratinho das redes sociais e do site da emissora. O promotor responsável pelo caso ainda pediu que o apresentador seja condenado a publicar uma retratação. Após a divulgação do comentário de Ratinho, a deputada informou que também entrou com um processo contra o apresentador. Outro lado Em nota à imprensa, o SBT afirmou que as declarações não representam a opinião da emissora. “O SBT repudia qualquer tipo de discriminação e preconceito, que são o oposto dos princípios e valores da empresa. As declarações do apresentador Ratinho, expressadas ao vivo ontem em seu programa, não representam a opinião da emissora e estão sendo analisadas pela direção da empresa, que tratará do tema internamente a fim de que nossos valores sejam respeitados por todos os colaboradores”, disse a emissora.


