A limpeza profissional é um tema frequentemente rodeado por mitos e conceitos errados. Para esclarecer as dúvidas e destacar a importância da limpeza adequada para a saúde e o bem-estar, especialistas da área se reuniram para desmistificar os principais mitos e verdades sobre o assunto. “A profissionalização do serviço de limpeza é fundamental para manter a saúde e o bem-estar em ambientes residenciais e comerciais. É importante escolher profissionais qualificados e equipamentos adequados para garantir a limpeza eficaz e segura”, destacou Fernanda Mamud, diretora regional da Jan-Pro de Manaus. Mito 1: A limpeza doméstica é suficiente para manter a saúde e o bem-estar Verdade: Embora a limpeza doméstica seja importante, a limpeza profissional oferece um nível de profundidade e especialização que pode não ser alcançado com métodos caseiros. Os profissionais de limpeza possuem equipamentos e produtos específicos para remover sujeira, bactérias e vírus de forma eficaz, garantindo um ambiente mais saudável. Mito 2: A limpeza profissional é cara e desnecessária Verdade: A longo prazo, a limpeza profissional pode ser mais econômica do que a limpeza doméstica, pois ajuda a prevenir a propagação de doenças e a reduzir a necessidade de reparos e manutenção em superfícies e equipamentos. Além disso, a limpeza profissional pode aumentar a vida útil de móveis e equipamentos. Mito 3: Todos os produtos de limpeza são iguais Verdade: Os produtos de limpeza variam significativamente em termos de eficácia, segurança e impacto ambiental. Os profissionais de limpeza utilizam produtos específicos para cada tipo de superfície e situação, garantindo a limpeza eficaz e minimizando o risco de danos ou reações adversas. “A escolha dos materiais e produtos de limpeza adequados é fundamental para garantir a eficácia e a segurança da limpeza profissional, protegendo a saúde e o bem-estar das pessoas e preservando a integridade das superfícies”, afirma Francisco Pimentel, gerente de Qualidade da Jan-Pro de Manaus. Importância da Limpeza Profissional Sobre a JAN-PRO A JAN-PRO é líder mundial em serviços de limpeza comercial e desinfecção de ambientes, com mais de 30 anos de atuação no mercado e presença em 11 países. Reconhecida pela sua excelência, a JAN-PRO oferece soluções de limpeza que garantem ganhos de produtividade, qualidade, redução de custos e responsabilidade ambiental. Especializada em limpeza corporativa, hospitalar e profissional, a empresa combina ciência e tecnologia para proporcionar ambientes limpos e seguros. Recomendada para limpeza comercial, a JAN-PRO é uma marca de confiança que se destaca pela inovação e eficiência em suas operações.
Com sabores do Brasil e do mundo, Manaus Plaza inaugura nova praça de alimentação
O ‘Plaza Gourmet’, nova praça de alimentação do Manaus Plaza Shopping, inaugura na sexta-feira, 09/05, a partir das 11h, com promoções para almoço e jantar. Localizado no subsolo do empreendimento, o espaço faz parte do projeto de modernização do shopping e oferece uma variedade de opções gastronômicas do Brasil e do mundo. O horário de funcionamento será de segunda a sábado, das 11h às 21h, e aos domingos e feriados, das 12h às 20h. Assinado pelo arquiteto Victor Azevedo, a nova praça de alimentação faz parte da primeira fase do projeto de retrofit do shopping. O conceito de design, mescla a identidade metropolitana de Nova Iorque com a cultura regional amazônica nos elementos do projeto de interiores. Características como materiais amadeirados e o uso de corda sisal trazem à tona a rica identidade local, sem perder o toque sofisticado de grandes empreendimentos internacionais. “Esse projeto é uma oportunidade incrível de integrar o conceito moderno de design com a identidade cultural de Manaus. Busquei criar um ambiente que fosse ao mesmo tempo contemporâneo e acolhedor, refletindo o dinamismo da cidade, mas também respeitando as raízes regionais. Para mim, o diferencial está na maneira como conseguimos traduzir a sofisticação de grandes centros urbanos, como Nova Iorque, enquanto valorizamos a cultura amazônica nos detalhes, criando um espaço único e agradável para os clientes”, explica Victor. Nesta primeira etapa da inauguração haverá lojas de comida regional amazônica, brasileira, oriental, italiana e demais opções de bebidas com ‘GoCoffee’ e açaí com ‘Waku Sese’. O shopping aposta em uma experiência diversificada para agradar todos os paladares. A variedade busca não apenas atrair diferentes públicos, mas também proporcionar uma experiência única, destacando-se no mercado local com um portfólio gastronômico inovador e sofisticado. No dia 09 de maio, o estacionamento será gratuito para quem consumir a partir de R$ 30 na nova praça. Atualmente o shopping oferece mais de 1.260 vagas para comodidade de seus clientes. Já o investimento neste novo espaço visa atrair novos clientes e turistas interessados em conhecer a gastronomia local, ao mesmo tempo em que contribui para a geração de novos postos de trabalho. “Estamos muito entusiasmados em oferecer aos consumidores que buscam uma experiência gastronômica sofisticada e de alto nível um espaço que combina qualidade e requinte. Além disso, a praça de alimentação foi projetada para atrair turistas interessados em explorar a verdadeira gastronomia amazônica. Essa fusão entre uma experiência refinada e a autenticidade local vai tornar o espaço um destino imperdível para quem busca algo especial e exclusivo”, afirma Josana Mundstock, superintende do Manaus Plaza Shopping.
Lilo & Stitch | Veja todos os baldes de pipoca, copos e brindes dos cinemas
O remake de Lilo & Stitch estreia em 22 de maio nos cinemas brasileiros e é claro que teremos vários baldes de pipoca, copos e brindes temáticos, em geral. O retorno do simpático alien azul da Disney deve animar públicos mais novos e mais velhos, que viram a animação há muitos anos. Por isso separamos uma lista com os principais brindes e baldes de Lilo & Stitchencontrados por cinemas brasileiros. Confira: A rede Cinépólis oferece um balde de pipoca do Stitch com corpo inteiro, mas sentado, com mais de 30cm. Ele possui ainda uma alça, para ser carregado como uma bolsa. Na rede UCI Cinemas os fãs vão encontrar três copos exclusivos do filme Lilo & Stitch, cada um decorado de forma diferente, nas cores rosa, verde e azul.
O Último Azul | Premiado filme brasileiro ganha pôster e trailer
O filme O Último Azul, de Gabriel Mascaro, acaba de ganhar seu primeiro teaser trailer e um pôster inédito. Confira acima e abaixo. A obra de Mascaro também foi anunciada em abril como parte da seleção, fora de competição, do IndieLisboa — um dos principais festivais de Portugal. Em junho, é a vez da Austrália receber O Último Azul durante o Sydney Film Festival. Até o momento, a produção está prevista para passar por 13 festivais pelo mundo (além dos países já citados, o circuito tem paradas na China, República Tcheca, Islândia, México, Polônia, Taiwan, Reino Unido e Uruguai). A estreia no circuito comercial brasileiro, enquanto isso, acontece no segundo semestre – com distribuição da Vitrine Filmes. Protagonizado por Denise Weinberg, com Rodrigo Santoro, Adanilo e a atriz cubana Miriam Socarrás no elenco, o longa é situado na Amazônia, em um Brasil quase distópico, onde o governo transfere idosos para uma colônia habitacional em que vão “desfrutar” seus últimos anos de vida. Antes de seu exílio compulsório, Tereza (Denise), uma mulher de 77 anos, embarca em uma jornada para realizar seu último desejo. Uma aventura sobre resistência e amadurecimento ao longo dos rios da Amazônia.
Crítica | Homem com H: A Força Selvagem de Ser Ney Matogrosso
Homem com H é mais do que uma cinebiografia: é um espetáculo sensorial que se ergue em cima da ousadia, da dor e da liberdade de um dos maiores artistas brasileiros. Dirigido por Esmir Filho, o filme mergulha na trajetória de Ney Matogrosso, interpretado com intensidade feroz por Jesuíta Barbosa, e constrói uma narrativa em que o teatral se confunde com o real, em uma jornada marcada pela resistência e autoafirmação. Desde os primeiros minutos, quando contrapõe a repressão familiar com o nascimento da persona artística de Ney, a obra revela seu principal trunfo: traduzir o conflito interno e externo de um homem que ousou viver à própria maneira. Ney não apenas performa no palco — ele se transforma, se expande, se liberta. E o filme, sabiamente, acompanha esse movimento com uma estética vibrante, sensual e provocadora. Não há economia de recursos: os R$ 18 milhões investidos são visíveis nas reconstruções de época, nos figurinos exuberantes, na direção de arte sofisticada. Mas, mais do que o visual luxuoso, é a sensibilidade poética do diretor que transforma “Homem com H” em algo além da fórmula comum das biopics. Ao invés de simplesmente listar eventos, o longa os traduz em emoções. Cada performance musical — de “Bandido Corazón” a “Pro Dia Nascer Feliz” — pulsa como parte da narrativa, integrando-se à construção do personagem como se fosse seu próprio diálogo interior. Jesuíta Barbosa, por sua vez, entrega uma atuação camaleônica, encarnando não só os trejeitos de Ney, mas sua força expressiva. No palco e fora dele, há algo de instintivo, quase animalesco, na maneira como o ator habita a personagem. Essa fisicalidade selvagem é acompanhada por uma ternura surpreendente, sobretudo nas cenas em que o filme mergulha nas perdas que marcaram a vida de Ney — como o luto por Marco de Maria e Cazuza. A dor, aqui, nunca é banalizada: é emoldurada com respeito, delicadeza e até beleza. O filme, no entanto, não escapa de um tropeço comum: o terceiro ato perde fôlego ao adotar uma estrutura mais linear e apressada. Os últimos anos da vida de Ney são tratados quase como notas de rodapé, numa espécie de corrida para fechar o arco narrativo. A escolha frustra, considerando o quanto ainda havia a ser explorado de um artista cuja relevância atravessa décadas. Ainda assim, Homem com H cumpre o que promete: é uma carta de amor a um artista que nunca pediu permissão para existir — e que, por isso mesmo, continua necessário. Ney Matogrosso, com sua liberdade intransigente, comove, inspira e ensina. O filme deixa no ar uma mensagem poderosa: ser quem se é pode ser um ato radical, mas é também o caminho mais bonito que se pode escolher. NOTA DO CRÍTICO Bom!
Crítica – Revisão Missão: Impossível | O Ensaio da Nova Era
Selo: Arquivo IMF – capítulo 3 Impressionante o quanto percepções podem mudar da água pro vinho. Sobretudo no cinema — e não só no que diz respeito a “ruim” ou “bom” —, mas na capacidade de entender as diferentes linguagens cinematográficas. Isso é essencial para uma saga como Missão: Impossível, que desde seus primeiros capítulos foi marcada por visões autorais sobre uma figura tão complexa quanto a de Ethan Hunt. E pensar que, por muito tempo, eu dizia que a franquia só começava de fato no terceiro capítulo… afirmativa essa que, hoje, está completamente refutada. J.J. Abrams, ao lado dos roteiristas Alex Kurtzman e o falecido Roberto Orci (1973–2025), entrega um filme que parece mais interessado em desmontar o universo já estabelecido do que realmente aprofundá-lo. Não sabe como tratar Ethan como herói nem como espião. A humanização do personagem — que nas mãos de De Palma surgia como um paranoico enclausurado e, com John Woo, se transformava num herói canastrão e sedutor — aqui se resume a uma função narrativa: Ethan vira uma válvula de escape, uma engrenagem a serviço da estrutura. Tudo é tão apressado, de uma estilização vazia, com câmeras tremidas e enquadramentos que deixam personagens fora de quadro, que o filme inteiro parece uma longa e desesperada corrida entre o ponto A e o ponto B. Não há organicidade. Não há sensação de aventura. Apenas um filme refém de suas convenções e do estilo egóico de seu diretor, que parece preocupado em deixar sua marca visual a qualquer custo, mesmo que sem sentido dramático. Ainda assim, há pontos que funcionam. A estruturação de uma equipe ao redor de Ethan é um aceno à coesão que os próximos filmes desenvolverão melhor. Mas aqui, mesmo essa tentativa parece perdida no meio de tantas outras que não se desenvolvem. As ideias surgem, mas não conversam entre si. Parecem apenas passagens obrigatórias para justificar o avanço do roteiro. Há também algo a se destacar na construção do vilão. Philip Seymour Hoffman entrega um Owen Davian brutalmente eficiente. Um vilão que, apesar de ser quase um “facilitador” de terceiros, domina a cena, dita o tom e estrutura as sequências de ação para que gravitem ao seu redor — e não a Ethan. Ele é, sem dúvida, o personagem com mais identidade desse filme. A tentativa de humanizar Ethan vem por meio do relacionamento com Julia, interpretada por Michelle Monaghan. E mesmo sendo uma abordagem apressada, ela ganha alguma densidade nos momentos finais. A sequência de ação em que os dois se unem tem algo de balé, uma fisicalidade interessante que ao menos justifica a proposta do filme de colocar o amor como um risco e uma força motriz. Mesmo o “pé de coelho” — o grande dispositivo que movimenta os conflitos do filme — serve mais como uma desculpa funcional do que uma engrenagem narrativa que realmente instiga. A escolha de nunca revelar o que ele de fato faz até tem algo de interessante, quase como um MacGuffin à moda antiga, mas é uma solução tão preguiçosa quanto simbólica do que o filme propõe: mistério pelo mistério, sem substância. E não ajuda em nada a correlação quase infantil com Matrix que surge da associação automática da palavra “coelho”. Parece mais uma piscadela forçada do que uma referência criativa — mais uma prova de que, apesar da estética autoral, falta a esse capítulo um verdadeiro senso de inventividade. Por fim, Missão: Impossível 3 é um capítulo que tenta demais impor uma linguagem, mas esquece de contar uma história empolgante. Um filme desmembrado, sem ritmo, que grita sua regionalidade estadunidense e se contenta com um pastiche hollywoodiano qualquer. Muito diferente dos primeiros filmes que flertavam com Hitchcock, com o espaguete policial, com o estilismo de John Woo. É curioso pensar que, na mesma época, Tom Cruise protagonizava Guerra dos Mundos e Minority Report — obras muito mais coesas e criativas no uso da sua fisicalidade como ator. Aqui, o que sobra é um filme que carece de sentimento, mas que, ao menos, nos presenteia com um dos melhores vilões da franquia.
Com homenagem ao item 19 Brahma lança latas personalizadas do festival de Parintins de 2025
A energia do Festival de Parintins já começou a pulsar e Brahma, como sempre, chegou para dar o tom da festa. No dia 5 de maio aconteceu o lançamento oficial das icônicas latas decoradas de Brahma Parintins, uma tradição que mistura arte, orgulho regional e a paixão de um povo que vive a cultura com intensidade. Em 2025, a parceria de mais de duas décadas entre Brahma e o Festival Folclórico de Parintins ganha mais um capítulo vibrante. As novas latas comemorativas, desenhadas pelo artista parintinense Ronan Marinho, trazem como grande novidade a ilustração da galera, que são os torcedores que animam a apresentação do boi na arena, homenageando diretamente as pessoas que cantam, dançam e que são um dos elementos mais potentes do espetáculo. Com isso, os verdadeiros responsáveis por dar vida e energia às apresentações no bumbódromo ganham protagonismo. “A cada ano, as latas de Brahma se tornam mais do que uma homenagem. Elas são um símbolo de pertencimento, de amor por essa cultura que é uma das mais potentes do Brasil. É nossa forma de brindar com o público essa festa que transforma Parintins em pura magia”, afirma Felipe Cerchiari, diretor de Brahma. O lançamento oficial não é apenas uma revelação de design, mas também um manifesto de amor à cultura do Norte, que cresce a cada edição e atrai visitantes do Brasil e do mundo. Este ano, a expectativa é de que mais de 120 mil turistas desembarquem na Ilha Tupinambarana para viver a experiência única do festival. E como já virou tradição, a edição 2025 promete grandes emoções: além das latas exclusivas, Brahma repetirá e ampliará a entrega do caminhão de cerveja para o boi campeão, em uma celebração épica que percorre o trajeto do bumbódromo até o curral do boi vencedor — levando Brahma gelada para comemorar com a galera que faz a festa acontecer.


