Na madrugada dessa quinta-feira, 3, por volta das 4h, um tremor foi registrado pelas estações da Rede Sismográfica Brasileira em Parauapebas e áreas próximas ao Estado do Pará. O evento foi analisado pelo Observatório Nacional e pelo Centro de Sismologia da USP. O abalo sísmico foi de magnitude 4.3 na Escala Richter, que vai até 10 pontos. O indicador mensura que o tremor nesses casos é perceptível, mas com baixa possibilidade de danos graves. Os tremores foram sentidos pelos moradores de Parauapebas. Apesar de moderado, o tremor é considerado o maior na história desde de quando os sismos são examinados cientificamente. Esta foi a quarta vez no ano que o Observatório Nacional registra tremores no Pará, sempre ao leste do estado. A primeira ocorreu no dia 9 de janeiro também em Parauapebas (com magnitude 2.8). Oito dias depois, 17/1, foi registrado um sismo (magnitude 2.3) em Novo Repartimento, a 380 quilômetros de Parauapebas. O terceiro tremor também é janeiro (dia 28), ocorreu em Tucuruí (magnitude 2.9), a 72 quilômetros de Novo Repartimento.
Presidente da Aleam da início a 5ª edição do Fórum Estadual das Casas Legislativas do Amazonas
A 5ª edição do Fórum Estadual das Casas Legislativas do Amazonas (Feclam), o maior evento deste porte do País, foi aberta nessa quinta-feira, 3, pelo presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), o deputado estadual Roberto Cidade (UB). Ao dar as boas-vindas aos mais de 800 participantes, entre eles mais de 500 vereadores, Cidade destacou o papel da Aleam ao proporcionar um amplo espaço propício ao diálogo e ao aperfeiçoamento institucional dos legisladores municipais, elevando os mandatos dos vereadores nos 62 municípios do Estado. “O vereador está aqui se preparando para melhor legislar no seu município. Ele tem à disposição diversas oficinas para que possa ser instruído em temas diversos. O legislador sai daqui mais preparado para se comunicar com a população, mais qualificado para servir ao seu povo. Temos hoje, na Aleam, representantes do povo de todo o Amazonas. Fico muito feliz de o Feclam ser um feito da nossa gestão e, sem medo de errar, afirmo que nós temos o maior fórum do tipo no Brasil. Agradeço a todos os deputados estaduais, a todos os vereadores, prefeitos e assessores por confiarem no nosso trabalho e no Feclam”, declarou. Coordenador da bancada do Norte na Câmara Federal, o deputado federal Sidney Leite (PSD) destacou a importância da iniciativa e parabenizou o deputado presidente pela liderança e ineditismo do fórum. “Nós somos 65 deputados e deputadas na bancada do Norte na Câmara Federal e, tenha certeza, de que serei porta-voz deste fórum e da importância dele para a nossa região. Parabenizo o presidente Roberto Cidade e a Mesa Diretora desta Casa pela iniciativa, a primeira no país com essa magnitude. Tenham certeza de que falarei deste evento e da importância dele para os nossos legisladores. E vocês, legisladores, aproveitem esse encontro. Vocês têm aqui todas as ferramentas para melhorarem os seus mandatos”, falou. Presidente da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), a deputada estadual Tia Ju (Republicanos/RJ), disse ver no Feclam uma mão amiga, sobretudo, para os vereadores de primeiro mandato. “Agradeço ao presidente Roberto Cidade por esse fórum, que é um sucesso. Não fui vereadora e tive que aprender na marra a ser legisladora. Capacitar, estender a mão e acolher também é missão do Feclam e que bom poder participar deste momento tão importante, não apenas para o Norte, mas para o Brasil. Vocês são exemplos para o Brasil”, afirmou. Representando o governador Wilson Lima, o secretário de Governo, Sérgio Litaiff Filho, parabenizou pelo espaço de troca de ideias, experiências e capacitação. “Levar para os municípios ideias inovadoras é um dos objetivos deste fórum, aprimorar suas práticas legislativas, enfim, fortalecer ainda mais os mandatos de vocês. Essa é uma grande iniciativa aqui da Casa do Povo e, mais uma vez, parabenizo o deputado Roberto e todos os deputados aqui presentes por promoverem essa capacitação. Em nome do governador do Estado, gostaria de desejar as boas-vindas, desejar que aproveitem ao máximo as capacitações e reafirmar que todas as secretarias estão de portas abertas para recebê-los”, declarou. Presidente da Câmara Municipal de Anori, Elton Gonçalves Lima, enalteceu a importância da Aleam para o aperfeiçoamento dos trabalhos legislativos no interior do Estado. “Quero agradecer em primeiro lugar ao presidente Roberto Cidade por nos proporcionar este momento. Já é o quarto Feclam que eu participo e, sem dúvidas, esse fórum é muito importante para o nosso aprendizado. Nossa Lei Orgânica estava há mais de 20 anos sem nenhuma atualização e, hoje, graças a Deus, estamos recebendo-a com muita satisfação para contribuir com os nossos munícipes”, afirmou.
Lei aprovada na Aleam transforma castanha-do-Pará em castanha-da-Amazônia
A Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) aprovou o Projeto de Lei nº 913/2024, de autoria do deputado estadual Sinésio Campos (PT/AM), que altera oficialmente a denominação da castanha-do-Pará para castanha-da-Amazônia no Estado. A mudança visa valorizar a identidade amazônica do produto e fortalecer sua cadeia produtiva. A castanha, fruto da bertholletia excelsa, é um dos produtos mais emblemáticos da biodiversidade amazônica. Atualmente, é conhecida por diferentes nomes, como castanha-do-Pará e castanha-do-Brasil, refletindo disputas históricas e regionais sobre sua nomenclatura. O deputado Sinésio Campos argumenta que a nova denominação reforça a identidade amazônica da castanha e sua relevância para o estado, que tem se tornado um dos maiores produtores do país. “A produção da castanha não se restringe ao Pará, como o nome sugere. Ela é amplamente cultivada em vários estados amazônicos, incluindo o Amazonas, que tem aumentado sua participação na produção nacional. Essa mudança reconhece a Amazônia como um todo e fortalece a marca do produto no mercado nacional e internacional”, destacou Sinésio Campos. Impactos da nova lei O texto aprovado estabelece que todos os produtos derivados da castanha, quando produzidos no Amazonas, deverão utilizar a denominação “castanha-da-Amazônia”. A lei também prevê incentivos à rastreabilidade do produto, à certificação de origem e ao uso da nova nomenclatura em exportações e campanhas publicitárias. Além disso, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti) ficará responsável pela fiscalização e concessão de selos de qualidade para garantir a autenticidade da produção amazônica. Próximos passos Com a aprovação na Aleam, a lei segue agora para sanção do governador. Se sancionada, entrará em vigor imediatamente, exigindo adaptações do setor produtivo e comercial do estado. O deputado Sinésio Campos afirmou que vai levar uma cópia da proposta para o colegiado do Parlamento Amazônico, entidade que congrega 270 deputados estaduais dos nove estados que compõem a Amazônia. O grupo vai se reunir em Manaus nesta sexta-feira, 4 de abril. Sinésio espera que os parlamentares amazônicos também aprovem leis similares em seus respectivos estados, unificando a nomenclatura.
Bem-Estar Social? Aqui Não, Isso é Coisa de Socialista/Comunista!
Meu caro leitor, prepare-se para uma reflexão sem roteiro pelos mistérios dos países nórdicos – ou como alguns preferem chamar, o “clube dos comunistas disfarçados” ou “os socialistas fabianos”. Sim, porque sempre que o assunto é bem-estar social, logo somos taxados de comunistas, como se cuidar do povo fosse uma conspiração internacional contra a liberdade. O Mito do Paraíso Nórdico Ah, os países do Norte! Enquanto nós, aqui no Brasil, enfrentamos desafios para fortalecer nossa democracia e garantir qualidade de vida para todos, lá no extremo frio, o caminho parece seguir outra direção. Investimentos robustos em saúde, educação e serviços públicos são marcas registradas desses países, mas essa fórmula não é mágica nem surgiu da noite para o dia. Por trás desses avanços, há uma cultura política baseada na confiança mútua entre Estado e sociedade, construída ao longo de décadas. Isso não significa que tudo funcione perfeitamente ou que não existam desafios, mas a ideia de que um Estado forte pode ser um instrumento de bem-estar coletivo se consolidou. Diferente de um receituário rígido, trata-se de um modelo em que a população enxerga os impostos não como um fardo, mas como um investimento no próprio futuro. Talvez a questão não seja apenas de recursos, mas também de mentalidade: até que ponto estamos dispostos a confiar que o retorno virá? A Realidade Brasileira: Um Samba do Crioulo Doido No Brasil, a realidade segue um caminho diferente. Sempre que se menciona a possibilidade de um Estado mais atuante para garantir bem-estar social, logo surgem reações carregadas de desconfiança. E isso não acontece por acaso. Nossa história é marcada por desigualdade, corrupção e um sistema político que nem sempre corresponde às expectativas da população. Diante desse cenário, muitos enxergam qualquer ampliação do papel do Estado como sinônimo de desperdício ou autoritarismo, antes mesmo de considerar seus possíveis benefícios. Essa resistência não é apenas ideológica, mas fruto de uma cultura política construída sobre promessas quebradas e uma administração pública frequentemente ineficiente. Além disso, uma elite historicamente avessa a mudanças estruturais contribuiu para alimentar a ideia de que o Estado é mais um problema do que uma solução. Assim, qualquer debate sobre um modelo mais sólido de bem-estar social tende a ser recebido com ceticismo, muitas vezes mais baseado em medo e narrativas simplificadas do que em uma análise real dos fatos. Cultura Política A desconfiança generalizada em relação ao poder público faz com que propostas de investimentos sociais sejam vistas com ceticismo, como se fossem promessas vazias, sem chances reais de concretização. A polarização política, intensificada nos últimos anos, apenas agrava esse cenário, tornando qualquer debate mais um campo de batalha ideológico do que uma busca por soluções eficazes. Com isso, ideias que poderiam melhorar a vida da população são rejeitadas não por seus méritos ou falhas, mas pela simples associação a um determinado grupo ou linha de pensamento.Enquanto essa desconfiança se espalha, setores essenciais seguem desassistidos, presos a uma lógica que privilegia interesses particulares em detrimento do bem comum. A política brasileira, marcada por escândalos e falta de transparência, reforça essa descrença, tornando o engajamento cívico um desafio. Diante desse cenário, a construção de um futuro mais justo e sustentável exige não apenas melhores políticas, mas também uma mudança de mentalidade – uma disposição maior para discutir ideias com base em evidências e não apenas em rótulos e preconceitos. Lições (ou Tentativas) de Aprender com os Nórdicos Apesar do tom sarcástico, há, sim, algo a se aprender com os nossos amigos do Norte. Países que apostam na transparência, na eficiência e no fortalecimento das instituições conseguem criar um ambiente mais estável e favorável ao bem-estar da população. Não se trata de idealizar esses modelos ou ignorar as diferenças históricas, culturais e econômicas entre as nações, mas de entender como certas práticas podem ser adaptadas à nossa realidade. A confiança no Estado, por exemplo, não surge por acaso, mas como resultado de uma gestão pública que entrega serviços de qualidade e mantém um compromisso real com a coletividade. No Brasil, essa perspectiva ainda enfrenta barreiras significativas. O histórico de corrupção e má administração contribui para o descrédito nas políticas públicas, tornando difícil qualquer tentativa de mudança estrutural. Mas isso não significa que estamos condenados a repetir os mesmos erros. Com mecanismos mais sólidos de transparência e participação popular, é possível reconstruir essa confiança e promover um Estado mais eficiente, capaz de responder às demandas da sociedade sem cair no clientelismo ou no desperdício de recursos. Os países nórdicos mostram que uma administração pública bem planejada pode gerar altos índices de desenvolvimento humano e qualidade de vida. Educação de excelência, saúde acessível e infraestrutura eficiente são frutos de escolhas políticas que priorizam o bem comum. O Brasil, com toda a sua diversidade e desafios, pode não seguir exatamente o mesmo caminho, mas certamente tem muito a ganhar ao olhar para essas experiências com menos ceticismo e mais disposição para aprender. Conclusão A construção de um modelo de bem-estar social sólido não depende de fórmulas mágicas ou ideologias estanques, mas de um compromisso real com políticas públicas eficazes e transparentes. Os países nórdicos não chegaram aos seus altos índices de desenvolvimento humano por acaso; suas conquistas são fruto de décadas de investimento em governança, participação popular e um modelo econômico que busca equilibrar crescimento e proteção social. O Brasil, apesar de suas particularidades, pode se inspirar nessas experiências sem cair na armadilha de simplificações ou rótulos políticos que apenas travam o debate. Superar a resistência histórica a um Estado mais eficiente exige não apenas reformas estruturais, mas também uma mudança na cultura política do país. A desconfiança generalizada nas instituições e o medo de que qualquer avanço social seja um “cavalo de Troia” ideológico precisam ser substituídos por discussões mais racionais e fundamentadas. Isso passa por fortalecer a transparência, combater a corrupção com seriedade e criar mecanismos que garantam que os recursos públicos sejam utilizados de maneira eficaz. O futuro do Brasil não será definido por uma simples importação de modelos estrangeiros, mas pela capacidade
Do Ceará ao Amazonas: Vyni revela rejeição e acolhimento após o BBB 22
Conhecido nacionalmente por sua participação no BBB 22, o artista cearense Vyni — compositor, palestrante de marketing e influenciador — emocionou os fãs em um novo corte da entrevista cedida à ex-BBB Kerline, no programa Além de Uma Semana. No episódio intitulado Tropeços e Toadas, Vyni abriu o coração sobre um dos momentos mais sensíveis de sua vida: o pós-BBB, marcado por uma ausência de acolhimento por parte do seu Estado natal e uma acolhida inesperada, mas significativa, vinda do Amazonas. Durante o bate-papo, Vyni relembra como esperava ser recebido calorosamente ao deixar o reality, mas se deparou com uma enxurrada de comentários negativos vindos de conterrâneos. “Cada publicação minha vinha com uma chuva de comentários. Muita gente dizia: ‘Você não representa o nosso Estado’. Então, por respeito ao que pediam, parei de citá-lo”, revelou, emocionado. Segundo ele, essa rejeição deixou uma cicatriz profunda, que levou tempo para cicatrizar. Em contrapartida, o Amazonas não apenas acolheu, como também transformou a sua trajetória. Foi por meio do carinho nortista que ele reencontrou um sentido em sua carreira e passou a construir uma nova identidade. “O mesmo programa que passou pro Brasil, passou pro Amazonas. Mas o Amazonas enxergou algo diferente e me abraçou”, afirma. Vyni, que hoje é um dos principais porta-vozes do Festival Folclórico de Parintins, contou ainda que, após o BBB, ouviu de uma pessoa que “nunca ninguém havia falado tão bem do festival quanto ele”. O reconhecimento veio antes mesmo da participação de Isabelle Nogueira, representante do Boi Garantido, no BBB 24 — o que reforça a conexão genuína de Vyni com a cultura local. Cearense de nascimento, mas amazonense de coração, ele afirma sentir uma ligação espiritual com o Norte. “Se fosse pra nascer de novo, nasceria caboclinho do Amazonas” disse Vyni em outra oportunidade. Hoje, ele se orgulha de representar a terra que o acolheu com amor e respeito — e rebate as críticas que ainda recebe por não exaltar sua origem. “Eu estou muito ocupado recebendo amor”. No fim das contas, Vyni mostra que o pós-BBB pode ter tropeços, sim — mas também pode abrir caminhos surpreendentes. Com toadas, novos vínculos e um sentimento de pertencimento que não se impõe, mas se constrói no afeto e no respeito.
Superman ganha novo trailer com Fortaleza da Solidão, Krypto e mais
O DC Studios divulgou nesta quinta-feira (3) um novo trailer/prévia do filme de Superman dirigido por James Gunn (trilogia Guardiões da Galáxia). Trata-se de um dos materisais do filme exibidos na CinemaCon, e o gostinho do longa que antecipará as sessões de Um Filme Minecraft nos cinemas. Gunn, porém, diz que não considera o vídeo como um trailer, exatamente. Trailer novo pra valer, segundo ele, chega nas próximas semanas (dica: 14 de abril é o Superman Day). Assim como descrevemos na nossa publicação sobre os 8 minutos vistos pelo Omelete no evento, Krypto leva Superman para a Fortaleza da Solidão, onde ele é recebido pelos robôs kryptonianos. Então ele recebe raios de sol direto para tratar das suas feridas, do embate contra algum inimigo que ainda não foi revelado. Depois, temos algumas cenas parecidas com o primeiro trailer do filme. Assista acima! Com David Corenswet (Pearl) no papel título, o elenco de Superman conta com Rachel Brosnahan (A Maravilhosa Sra. Maisel) como Lois Lane; Nicholas Hoult (Nosferratu) como Lex Luthor; Skyler Gisondo (Licorice Pizza) como Jimmy Olsen e Wendell Pierce como Perry White, editor-chefe do Planeta Diário. Outros personagens da DC estarão no filme. Nathan Fillion interpreta o Lanterna Verde Guy Gardner, Isabela Merced será Mulher-Gavião, Edi Gathegi fará o Sr. Incrível e Anthony Carrigan está no papel de Metamorfo. Além destes, o filme tem María Gabriela De Faria como a Engenheira, personagem que depois aparecerá no grupo A Autoridade, que terá seu próprio filme. É esperado que a Supergirl de Milly Alcock tenha uma ponta no filme. James Gunn é o roteirista e diretor do novo Superman, que terá história focada num Clark Kent mais jovem, logo depois de deixar Smallville, e nos primeiros dias como repórter na cidade de Metrópoles. Paralelo ao começo de sua carreira profissional, ele também dá os passos iniciais como Superman. O filme, porém, não é uma história de origem, então não veremos Krypton explodindo ou os Kents o descobrindo. Agora na concorrência, Gunn é, além de roteirista e diretor do novo Superman, o novo chefão da DC, e supervisionará e produzirá todas as produções do novo universo de heróis adaptados dos quadrinhos, incluindo a série Lanternas Verdes, o filme Supergirl e o futuro Batman: The Brave and the Bold, dirigido por Andy Muschiatti (It: A Coisa). Vale lembrar ainda que o The Batman de Matt Reeves e estrelado por Robert Pattinson não faz parte do universo compartilhado, mesmo que Gunn confirme que já houve conversas sobre a possibilidade. Com lançamento marcado para 10 de julho de 2025, Superman é o primeiro filme do novo DCU. A cronologia da franquia começou oficialmente, no entanto, com a série animada Comando das Criaturas, já disponível na Max.
Um Filme Minecraft tem mais de US$ 7 milhões em pré-estreias
De acordo com o Deadline, as primeiras sessões de pré-estreia nos EUA colocam a bilheteria inicial de Um Filme Minecraft em cerca de US$ 7 milhões. A previsão do primeiro final de semana era somar até US$ 60 milhões, mas o site alega que estas mesmas previsões subiram para US$ 75 milhões após a pré-estreia. Para se ter uma ideia, filmes na mesma linha, como Sonic 2 e Sonic 3, somaram entre US$ 2 e US$ 5 milhões nas sessões de pré-estreia. A produção é uma das apostas da Warner para os grandes filmes do ano. Se confirmada, a bilheteria colocaria a adaptação do game na frente de, por exemplo, Detetive Pikachu, que abriu com US$ 54,3 milhões. Jason Momoa (Aquaman) vai estrelar a adaptação de Minecraft ao lado de Jack Black (Escola de Rock). Emma Myers (Wandinha), Jennifer Coolidge (The White Lotus), Danielle Brooks (Pacificador) e Sebastian Eugene Hansen (Luta por Justiça) completam o elenco. Alguns YouTubers de Minecraft também estarão no filme, em participações especiais. Jared Hess (Napoelon Dynamite) vai dirigir, assumindo o cargo que já foi de Shawn Levy (Free Guy) e Rob McElhenney (It’s Always Sunny in Philadelphia). McElhenney assina o roteiro. A história acompanha quatro desajustados – Garrett “The Garbage Man” Garrison (Momoa), Henry (Hansen), Natalie (Myers) e Dawn (Danielle Brooks) – envolvidos com seus problemas do dia a dia, de repente são transportados, por um misterioso portal, para Overworld: um bizarro país das maravilhas cúbico onde impera a imaginação. Para voltar para casa, eles vão ter que dominar este mundo (e protegê-lo de criaturas malignas como Piglins e Zumbis) enquanto embarcam em uma missão mágica com um experiente construtor imprevisível, Steve (Black). Lançado em 2011, Minecraft é um jogo de sobrevivência e construção que se popularizou em grande parte graças ao seu sucesso no YouTube. Com mais de 100 milhões de usuários alcançados, ele levou sua desenvolvedora, a Mojang, a ser adquirida pela Microsoft por US$ 2.5 bilhões. Em 2023, Minecraft tem 140 milhões de jogadores mensais, e até hoje o jogo vendeu mais de 300 milhões de unidades. Levando essa métrica em conta, ele é o jogo mais vendido da história da indústria dos videogames. Um Filme Minecraft já está em exibição no Brasil.
TikTok tenta encontrar dono não chinês até sábado para evitar proibição nos EUA; entenda
O TikTok está a poucas horas do prazo final para encontrar um proprietário não chinês ou enfrentar uma proibição nos Estados Unidos. O aplicativo de compartilhamento de vídeos popular, que tem mais de 170 milhões de usuários americanos, está sob ameaça de uma lei dos EUA aprovada por maioria esmagadora no ano passado e que ordena que o TikTok se separe de sua proprietária chinesa ByteDance, ou seja, fechado nos Estados Unidos. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse na quinta-feira que seu governo estava “muito perto” de um acordo para encontrar um comprador para o TikTok, acrescentando que envolvia “múltiplos” investidores, mas não deu mais detalhes. Motivada por temores de segurança nacional e pela crença generalizada em Washington de que o TikTok é controlado, em última instância, pelo governo chinês, a lei entrou em vigor em 19 de janeiro, um dia antes da posse de Trump. Nas horas que antecederam esse prazo, o TikTok foi temporariamente encerrado nos Estados Unidos e desapareceu das lojas de aplicativos, para desespero de milhões de usuários. Mas o presidente republicano rapidamente anunciou um atraso de 75 dias e o TikTok posteriormente restaurou o serviço para os usuários existentes, retornando às lojas de aplicativos da Apple e do Google em fevereiro. O atraso deve expirar à meia-noite (04h00 GMT) de 5 de abril, mas Trump minimizou repetidamente os riscos de que o TikTok esteja em perigo, dizendo que continua confiante em encontrar um comprador para os negócios do aplicativo nos EUA. O presidente também sugeriu que o TikTok poderia até mesmo fazer parte de um acordo mais amplo com a China para aliviar as tarifas severas que ele impôs a Pequim como parte de uma onda mundial de impostos. Questionado na quinta-feira se ele estaria disposto a fazer acordos com países sobre tarifas, ele disse: “Contanto que eles estejam nos dando algo que seja bom. Por exemplo, com o TikTok.” “Temos uma situação com o TikTok em que a China provavelmente dirá que aprovará um acordo, mas você fará algo sobre as tarifas. As tarifas nos dão grande poder para negociar”, acrescentou. Segundo relatos, a solução mais provável seria que os atuais investidores americanos na ByteDance transferissem suas participações para uma nova empresa global independente no TikTok. Mais investidores americanos, incluindo Oracle e Blackstone, a empresa de private equity, seriam contratados para reduzir a proporção de investidores chineses. Grande parte da atividade do TikTok nos EUA já está hospedada em servidores Oracle, e o presidente da empresa, Larry Ellison, é um aliado de longa data de Trump. E o algoritmo? Mas a incerteza permanece, particularmente sobre o que aconteceria com o valioso algoritmo do TikTok. O New York Times sugeriu que a nova empresa poderia licenciá-lo da ByteDance. No entanto, o acordo iria contra o espírito da lei, que se baseia em parte na premissa de que o algoritmo do TikTok pode ser usado pelos chineses contra os interesses dos EUA. A Amazon também teria feito uma oferta de última hora para comprar o TikTok. Outras propostas incluem uma iniciativa chamada “The People’s Bid for TikTok”, lançada pelo Projeto Liberdade do magnata do mercado imobiliário e dos esportes Frank McCourt. A startup de inteligência artificial Perplexity recentemente demonstrou interesse em comprar o TikTok, assim como uma joint venture envolvendo a megacelebridade do YouTube, MrBeast. Trump, embora tenha apoiado a proibição em seu primeiro mandato, ultimamente se tornou um defensor do TikTok, vendo-o como uma razão pela qual mais eleitores jovens o apoiaram na eleição de novembro. Um de seus principais doadores políticos, o bilionário Jeff Yass, é um dos principais acionistas da empresa controladora ByteDance.
STF reforça seu site contra ataques cibernéticos e ‘bots’, após ocorrência em 2024
Em agosto do ano passado, a plataforma ficou indisponível por dez minutos após “milhares de acessos simultâneos com o intuito de desequilibrar a rede e inviabilizar os serviços”, conforme comunicado divulgado na ocasião. O episódio aconteceu em meio à suspensão do X (antigo Twitter) por ordem de Alexandre de Moraes. Tanto a Anatel quanto a PF também foral alvos do ataque. Agora, ao navegar no site do tribunal, usuários estão sendo notificados por uma ferramenta de captcha, que distingue humanos e robôs (ou “bots”). Quem consulta um processo da Corte, por exemplo, pode ter que, antes disso, selecionar imagens de bolsas, cadeiras ou cortinas para mostrar que sabe reconhecer a diferença entre esses itens e outros que são mostrados na tela (máquinas não conseguiriam fazer essa identificação). “Vamos confirmar que você é humano”, diz a mensagem, seguida de: “Conclua a verificação de segurança antes de continuar. Essa etapa verifica se você não é um bot, o que ajuda a proteger a sua conta e evitar spam.” De acordo com o STF, a nova ferramenta está sendo utilizada desde 23 de março. A barreira se impõe aos usuários a cada uma hora de utilização (inicialmente, estava programada para aparecer a cada acesso).
Tarifas de Trump são choque maior para a China do que 1ª guerra comercial
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (4) que, a China fez “a única coisa que não podia fazer”, após o governo chinês anunciar uma retaliação às tarifas anunciadas pelos EUA nesta semana. A Ásia foi o continente que recebeu as maiores tarifas de Trump. A China, por exemplo, será taxada em 34% a mais em todas as suas exportações aos EUA. Com isso, as taxas aos produtos chineses devem chegar a 54%. Em resposta, o governo chinês anunciou que vai impor tarifas de também 34% sobre todas as importações americanas que chegam ao país, além de colocar novos limites para as exportações chinesas dos minerais de terras raras para os EUA. Esses minerais escassos são muito procurados pelas grandes empresas de tecnologia, várias delas americanas, porque são insumo para a fabricação de alguns produtos essenciais da área. “A China jogou errado, eles entraram em pânico — a única coisa que eles não podiam fazer”, disse Trump, em uma publicação na sua plataforma de rede social, a Truth Social. Mais cedo, Trump também escreveu que, para os investidores que colocam dinheiro no país, essa é a hora de “ficar mais rico do que nunca”. Trump também disse que suas política “nunca vão mudar”.


