Nesta, terça-feira, 7, o Secretário Extraordinário da Prefeitura de Manaus, Sassá da Construção Civil, nomeado ao cargo no dia 3 de janeiro pelo prefeito David Almeida, realizou uma visita ao Prefeito em exercício, Renato Júnior. O objetivo do encontro foi fortalecer o diálogo e alinhar estratégias para o desenvolvimento da cidade. Durante a reunião, o secretário expressou seus votos de pleno êxito ao prefeito em sua gestão temporária, reconhecendo a importância de sua liderança em um momento crucial para a administração municipal. A visita também incluiu uma conversa com o Chefe da Casa Civil, Marcos Rotta, onde foram levadas sugestões voltadas à continuidade do progresso em Manaus. Sassá destacou a importância da colaboração entre os diferentes níveis de governo e a sociedade, para garantir que as iniciativas em andamento sejam efetivas e atendam às reais necessidades da população. “Estamos comprometidos em trabalhar juntos para que Manaus continue avançando. A troca de ideias e o alinhamento de ações são fundamentais”, afirmou Sassá. Em suas redes sociais, o secretário também se manifestou sobre o novo desafio em sua carreira política. “É com grande honra e responsabilidade que aceitei o desafio de ser o Secretário Extraordinário da Prefeitura de Manaus. Agradeço ao prefeito David Almeida por confiar no meu trabalho. Servir sempre foi a minha maior motivação, e estou animado para continuar trabalhando em prol da população. Ao longo da minha trajetória como vereador, por dois mandatos consecutivos, tive a oportunidade de ouvir muitas demandas e necessidades do povo. Lutei por melhorias que impactam diretamente a vida das pessoas. Agora, como secretário, meu compromisso se renova e se fortalece. A luta continua!”, declarou o secretário em sua publicação. Fotos e informações: assessoria do secretário
Polícia prende suspeito de assassinato e estupro coletivo contra indígena no AM
A Polícia Civil do Amazonas prendeu, nesta terça-feira (7), um dos principais suspeitos de envolvimento no estupro coletivo e assassinato de Rosimar Santos de Oliveira, de 48 anos, indígena da etnia Baré. O crime, ocorrido na última sexta-feira (3), no município de Barcelos, causou grande comoção e levou à mobilização de forças de segurança na região. A prisão foi realizada pela Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Barcelos, com apoio da Polícia Militar, Guarda Municipal, Força Nacional e Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). Rosimar, que fazia parte da Associação Indígena de Barcelos (Abisa), foi encontrada morta em um terreno próximo ao Hospital Geral de Barcelos, com sinais de violência sexual e física. De acordo com familiares, os autores do crime gravaram os atos e compartilharam o conteúdo em aplicativos de mensagens. O caso provocou indignação e levou familiares e integrantes da comunidade indígena a organizarem protestos no último domingo (5), pedindo justiça e ações para garantir a segurança das comunidades locais. Após os crimes, o governo federal enviou a Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) ao município para reforçar a segurança e ajudar nas investigações. De acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, os agentes estão atuando em conjunto com a Funai, lideranças indígenas e forças de segurança locais para estabilizar a situação, que envolveu tensões entre as etnias Yanomami e Baré. A prisão de um dos autores é um importante avanço, mas o trabalho das autoridades ainda está longe de terminar. O desfecho do caso é aguardado com expectativa pela comunidade indígena, que clama por justiça e segurança para viver sem medo.
Zuckerberg segue Musk e elimina checagem de fake news no Facebook e Instagram
Mark Zuckerberg, CEO da Meta, anunciou nesta terça-feira (7) uma mudança significativa nas políticas de moderação do Facebook e Instagram. As redes sociais substituirão os serviços de checagem de fake news por notas da comunidade, em uma medida que será implementada inicialmente nos Estados Unidos. O sistema é similar ao adotado pela plataforma X, antiga Twitter, liderada por Elon Musk, que emergiu como um aliado do presidente eleito dos EUA, Donald Trump. Em um vídeo divulgado para anunciar a decisão, Zuckerberg justificou a mudança afirmando que as redes buscarão “voltar às raízes” da liberdade de expressão, simplificando o processo de moderação e reduzindo os erros. Ele também criticou a pressão exercida por governos, especialmente na Europa e nos Estados Unidos, que, segundo ele, cobravam maior censura de conteúdos nas plataformas desde a primeira eleição de Donald Trump em 2016. “Vamos trabalhar com o presidente Trump para resistir a governos que pressionam empresas americanas por mais censura”, afirmou Zuckerberg. Ele também fez referências indiretas à América Latina, mencionando tribunais que ordenariam a remoção de conteúdos de forma silenciosa, ecoando críticas feitas anteriormente por Elon Musk ao Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil. A eliminação dos checadores foi justificada como uma resposta ao viés político que, segundo Zuckerberg, prejudicou a confiança dos usuários. “O que começou como um movimento para ser mais inclusivo tem sido usado para silenciar opiniões e excluir pessoas com ideias diferentes. Isso foi longe demais”, disse o executivo, destacando que as redes agora dependerão de denúncias feitas pelos usuários para tratar de temas sensíveis, como gênero e imigração. Apesar das mudanças, Zuckerberg assegurou que esforços contra temas graves, como terrorismo, exploração infantil, tráfico de drogas e golpes financeiros, continuarão sendo prioridade. “Vamos detectar menos conteúdos problemáticos, mas também reduzirá o número de postagens e contas de pessoas inocentes removidas acidentalmente”, afirmou ele. A medida tem gerado controvérsias, com críticos apontando para o risco de proliferação de informações falsas e discursos de ódio nas redes. No entanto, Zuckerberg reforçou que o objetivo é promover um ambiente mais aberto para debates e compartilhamento de ideias, sem interferências excessivas. A implementação total da política nas plataformas ainda não tem data definida.
Transferências acima de R$ 5 mil no Pix serão reportadas à Receita Federal
Prevista na Instrução Normativa 2.219/2024 do órgão federal, a regra começou a valer no dia 1º de janeiro. A norma estabelece a obrigatoriedade, por parte das operadoras de cartões de crédito e instituições de pagamento que movimentam recursos financeiros, de repassar semestralmente informações sobre operações financeiras de contribuintes acima de R$ 5 mil para pessoas físicas e R$ 15 mil para pessoas jurídicas. Como a nova regra impacta o dia a dia do consumidor? As instituições financeiras tradicionais, como os bancos públicos e privados, financeiras e cooperativas de crédito, já eram obrigadas a enviar à Receita Federal as informações sobre movimentações financeiras de seus clientes, como saldos em conta-corrente, movimentações de resgate e investimentos dos correntistas, rendimentos de aplicações e poupanças. Então, o que muda para o consumidor? “Os consumidores precisam verificar a origem e o destino dos seus recursos financeiros, pois a realização de transações fora da conformidade podem gerar questionamentos”, explica Karla Carioca, CEO do Grupo Dominus, empresa especializada em contabilidade. Como exemplo, a contadora explica que a nova regulamentação permitirá que compras e vendas sem nota fiscal ou em sistemas informais sejam mais facilmente identificadas. “Além disso, o cruzamento de informações financeiras permite à Receita Federal ter dados para verificar se os gastos dos consumidores são compatíveis com a renda declarada, podendo identificar inconsistências”, afirma. Karla Carioca destaca ainda que as plataformas de pagamento e varejistas estão se adaptando às exigências da Receita Federal, “especialmente no que diz respeito à coleta, armazenamento e reporte dos dados das transações”. “É importante ressaltar que essas adaptações reforçam a formalização das operações, e aumentam as responsabilidades e custos operacionais das empresas envolvidas nesse processo financeiro. Varejistas e plataformas precisam estar atentos para garantir a conformidade sem prejudicar a experiência do consumidor e a viabilidade dos negócios”, orienta a CEO. Outras mudanças A instrução normativa da Receita também determina que as operadoras de cartões de crédito e instituições de pagamento prestem informações relativas às contas pós-pagas e contas em moeda eletrônica. As instituições de pagamento são empresas autorizadas pelo Banco Central a oferecer serviços financeiros relacionados a pagamentos, como transferências, recebimentos e emissão de cartões. Entre elas estão as plataformas e aplicativos de pagamentos; bancos virtuais; e varejistas de grande porte, a exemplo de lojas de departamentos, de venda de eletrodomésticos; e atacadistas. Os dados deverão ser apresentados via e-Financeira a cada 6 meses da seguinte forma: Desta forma, dados de pagamentos via Pix e cartões de crédito superiores aos valores citados serão informados à Receita Federal – via e-Financeira – em agosto de 2025.
Saiba quem é o guarda que matou secretário-adjunto dentro da Prefeitura de Osasco
O Guarda Municipal Henrique Marival de Sousa foi preso nesta segunda-feira (6/1) após matar a tiros Adilson Custódio Moreira, secretário-adjunto de Segurança de Osasco, na Grande São Paulo. Henrique, que ocupa a posição de Guarda Civil de 1ª Classe no município desde 2015, é descrito como uma pessoa tranquila por colegas e conhecidos. Testemunhas relataram que, após o crime, a esposa de Henrique compareceu à sede da Prefeitura de Osasco para convencê-lo a se entregar. Ele acabou sendo detido logo em seguida. Casado e pai de uma filha, Henrique surpreendeu pela atitude, que contrasta com o perfil geralmente atribulado a situações de tensão envolvendo segurança pública. A motivação para o homicídio ainda não foi divulgada pelas autoridades. O caso segue sob investigação para apurar os detalhes e o contexto do ocorrido. Adilson Custódio Moreira ocupava o cargo de secretário-adjunto e era uma figura importante na gestão da segurança local.
Edmundo González Urrutia pede apoio militar para assumir presidência da Venezuela
Durante viagem aos Estados Unidos, o opositor venezuelano Edmundo González Urrutia divulgou, na noite de domingo (5), um vídeo direcionado à Força Armada Nacional Bolivariana da Venezuela, solicitando que os militares garantam sua posse como presidente no dia 10 de janeiro. “Em 10 de janeiro, por vontade soberana do povo venezuelano, eu devo assumir o cargo de comandante-chefe com a responsabilidade de proteger nossas famílias e dirigir nossos esforços até um futuro de bem-estar e prosperidade para todos os venezuelanos. Nossa Força Armada Nacional está chamada a ser a garantia da soberania e do respeito à vontade popular”, afirmou González, que alega ter vencido as eleições presidenciais realizadas em 28 de junho de 2024. Em resposta, o ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Sobrino López, classificou a mensagem como “ridícula” em comunicado divulgado nesta segunda-feira (6). “Rejeitamos, categórica e veementemente, este ato de politicagem que não terá o menor impacto na consciência patriótica e revolucionária das Forças Armadas Nacionais Bolivarianas, que defenderão com todas as forças a Constituição”, declarou López, reiterando o reconhecimento dos militares à vitória de Nicolás Maduro na última eleição presidencial. Antes da posse de Nicolás Maduro para o terceiro mandato (2025-2031), marcada para esta sexta-feira (10), González tem visitado países que o apoiam. Ele foi recebido pelos presidentes da Argentina, Javier Milei, e do Uruguai, Luis Lacalle Pou, além de ter realizado uma videoconferência com o presidente do Paraguai, Santiago Peña. Nesta segunda-feira (6), González reuniu-se com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e afirmou estar em contato com o presidente eleito Donald Trump, conforme noticiado pela agência Reuters. O governo venezuelano afirmou que González será preso caso entre no país. Inicialmente exilado na Espanha, o opositor prometeu retornar à Venezuela no dia 10 de janeiro. O ministro do Interior, Diosdado Cabello, declarou que a oposição estaria financiando mercenários para desestabilizar o país. Ele também afirmou que González será preso e julgado ao entrar na Venezuela. “Se Edmundo González Urrutia puser um pé na Venezuela, será preso e julgado pela Justiça, e os que venham com ele, o acompanharão. Há espaço para todos”, disse Cabello, acrescentando que qualquer tentativa de subverter a ordem será enfrentada de forma exemplar. As autoridades venezuelanas oferecem US$ 100 mil por informações que levem à captura de González, acusado de crimes como tentativa de golpe de Estado e por não reconhecer o resultado oficial das eleições de 2024. A oposição venezuelana convocou manifestações para quinta-feira (9), enquanto grupos chavistas planejam atos no dia da posse de Nicolás Maduro para demonstrar apoio ao atual governo. Parte da comunidade internacional, incluindo os Estados Unidos, a União Europeia e organizações internacionais, apontaram supostas irregularidades na eleição venezuelana, como a ausência de auditorias previstas e a falta de divulgação de dados detalhados por mesa eleitoral. Após o pleito de 28 de julho de 2024, protestos que contestaram o resultado levaram a dezenas de mortes e à prisão de mais de 2 mil pessoas. Nas últimas semanas, a justiça venezuelana libertou mais de mil manifestantes. O governo venezuelano, por sua vez, afirma que as eleições foram validadas pelas instituições do país, como o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) e o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), exigindo respeito às decisões judiciais e a não interferência estrangeira nos assuntos internos da Venezuela.


