De acordo com os documentos e depoimentos analisados pelo MP, o novo episódio de estupro teria ocorrido em fevereiro de 2015, durante uma viagem a Votuporanga, no interior de São Paulo. Segundo o relato da vítima, Felipe Prior a teria forçado a ter relações sexuais dentro de uma barraca, após constrangê-la publicamente em uma piscina. O MP descreve que o acusado teria começado a tocar a vítima enquanto estavam na água, na presença de outras pessoas, o que a fez se retirar da área e ir para a barraca, onde o ataque sexual teria ocorrido. O relato detalha que Prior forçou a vítima a realizar sexo oral e, mesmo diante de sua resistência, usou de força física para consumar o ato de penetração. A vítima relatou sentir dor devido à ausência de consentimento e falta de lubrificação. A ação só foi interrompida quando Prior ouviu uma amiga da vítima se aproximando da barraca, o que possibilitou que a vítima escapasse da agressão. Este é o segundo processo de estupro em que Felipe Prior está envolvido, o que amplia a gravidade das acusações contra o ex-BBB. As alegações de violência sexual foram corroboradas por depoimentos da vítima e de testemunhas, que relataram o ocorrido de forma coerente. Agora, com o processo avançando para a fase final, resta aguardar a sentença da Justiça. Caso Felipe Prior seja condenado neste novo processo, isso poderá impactar ainda mais sua situação legal, uma vez que ele já enfrenta uma condenação anterior.
Praia da Ponta Negra é interditada devido à baixa do Rio Negro em Manaus
A partir desta terça-feira (17), a Praia da Ponta Negra, um dos mais populares balneários de Manaus, foi oficialmente interditada para banhistas devido à queda do nível do Rio Negro, que está abaixo da cota mínima de segurança estabelecida. A medida foi anunciada pelo prefeito David Almeida no início da manhã, em resposta às condições críticas do rio. De acordo com a medição feita pelo Porto de Manaus, nesta quarta-feira (18), o Rio Negro atingiu a marca de 15,77 metros, ficando aquém da cota de segurança estipulada em 16 metros. Esse limite foi estabelecido a partir de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado em 2013, que determina que a interdição da praia deve ocorrer sempre que o nível do rio descer abaixo de 16 metros, uma vez que a segurança para atividades de banho fica comprometida. A Prefeitura de Manaus, em conjunto com o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM), vinha monitorando as condições da praia há mais de duas semanas. Durante esse período, laudos técnicos foram solicitados para avaliar a balneabilidade do local e os riscos à segurança dos banhistas. Os resultados indicaram que, com o Rio Negro abaixo de 16 metros, o mergulho torna-se perigoso, aumentando o risco de acidentes. Nas últimas 24 horas, o nível do rio caiu 22 centímetros, o que motivou ainda mais a interdição como medida preventiva. Entre as ações a serem adotadas, destacam-se a instalação de placas informativas ao longo da praia, alertando a população sobre o risco de entrar na água. No entanto, a interdição não afeta completamente o uso da área. O trecho de areia continua liberado para atividades físicas, como caminhadas e exercícios, além de momentos de lazer para os frequentadores. O funcionamento do calçadão, bem como a operação das demais estruturas do complexo da Ponta Negra, segue normalmente, sem impactos por conta da interdição.
Vídeo: Beruri tem temporal violento e chuva de granizo
A cidade de Beruri, no Amazonas, enfrentou um cenário inusitado em meio à intensa seca que atinge a região. Na última semana, a cidade foi surpreendida por um temporal violento que trouxe uma chuva de granizo, um fenômeno raro no estado, conhecido por seu clima predominantemente quente e úmido. Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram a força da tempestade, com granizo atingindo o chão e casas sendo atingidas por fortes ventos e chuva torrencial. A população, já impactada pela seca, foi surpreendida com esse evento climático extremo, que trouxe alívio momentâneo das altas temperaturas, mas também causou danos a estruturas e propriedades. O fenômeno de granizo em Beruri é incomum, especialmente considerando que o estado do Amazonas tem enfrentado uma das piores secas das últimas décadas. A seca tem causado impactos severos nas comunidades ribeirinhas, dificultando o transporte fluvial e a agricultura local. Meteorologistas explicam que a combinação de calor intenso e umidade elevada pode gerar condições favoráveis para tempestades severas e queda de granizo, mesmo em regiões tropicais como a Amazônia. Este evento chama atenção para as variações climáticas que o estado tem enfrentado nos últimos anos, com extremos que vão da seca severa a tempestades incomuns.


