O candidato a vereador de Manaus pelo Agir, “Fofinho do Povo”, realizou no último sábado (31) e domingo (1°), bandeiraço na zona Centro-Sul de Manaus e caminhada na zona Sul.No sábado Fofinho conversou com motoristas que passavam no cruzamento da Avenida Boulevard Alvaro Maia com a Avenida Joaquim Gonzaga Pinheiro, durante bandeiraço no local. “Nós queremos isso, conversar com a população, entender o que eles pensam sobre a cidade e o que é preciso fazer para melhorar! Se ganharmos, nosso mandato vai ser pautado em sempre ouvir quem mais precisa”, explicou Fofinho. Já no domingo, o candidato andou e conversou com os permissionários da feira da Eduardo Ribeiro, no Centro. No local o Fofinho foi bem recebido e reafirmou o compromisso de também olhar pelos comerciantes. “Na minha carreira no jornalismo eu sempre estive perto do comércio, da segurança, da saúde, da comunidade como um todo, e é nessa pegada que vamos continuar, dando voz e vez para o povo”, finalizou.
Festival #SouManaus Segue Adiante Após Juiz Rejeitar Interferência Eleitoral
Juiz Rejeita Pedido para Suspender Festival #SouManaus 2024 em Meio a Acusações de Promoção EleitoralO juiz Rafael Rodrigo da Silva Raposo negou um pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE) para suspender o festival #SouManaus Passo a Paço 2024, que ocorrerá neste fim de semana. A promotora eleitoral Carolina Monteiro Chagas Maia argumentou que o evento poderia favorecer a candidatura do atual prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), que busca a reeleição, e violar a isonomia entre as candidaturas. Ela destacou que a promoção do festival, mesmo sendo parte do calendário oficial da cidade, poderia ser interpretada como uma tentativa de promoção indireta, dado o aumento do número de artistas contratados em ano eleitoral. A promotora citou a Lei das Eleições (Lei 9.504/97), que proíbe certas condutas de agentes públicos durante o período eleitoral, incluindo a realização de publicidade institucional e a distribuição de bens ou benefícios. Em sua análise, o festival, marcado para os dias 5, 6 e 7 de setembro, viola estas restrições, especialmente devido ao uso de símbolos associados à gestão de David Almeida nas divulgações do evento. No entanto, o juiz Raposo rejeitou o pedido, afirmando que a publicidade do festival já havia sido autorizada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM). Ele destacou que o simples fato de um evento cultural estar associado ao gestor público não justifica a sua suspensão, principalmente quando se trata de uma celebração tradicional e recorrente no calendário da cidade. O juiz concluiu que não havia fundamentos suficientes para interromper o festival, que se consolidou como o maior evento de artes integradas do Norte do Brasil. Raposo determinou que as partes envolvidas no caso apresentem suas manifestações em até cinco dias. Assim, o festival #SouManaus Passo a Paço 2024 ocorrerá como planejado, com a presença de artistas locais e nacionais, mantendo seu compromisso de enriquecer culturalmente a capital amazonense.
Rede de pedofilia em Coari: Padre e mulher trans são presos por abuso de adolescentes
Na manhã desta segunda-feira (2), uma coletiva de imprensa revelou novos detalhes sobre o caso envolvendo o padre Paulo Araújo, de 31 anos, preso em Coari, Amazonas, sob a acusação de liderar uma rede de pedofilia. O sacerdote é suspeito de ter mantido relações sexuais com várias adolescentes, incluindo uma jovem de 17 anos que ficou grávida e foi forçada a tomar um medicamento abortivo, fornecido por um cúmplice do padre. As investigações indicam que Paulo Araújo gravava os encontros sexuais com as menores, acumulando mais de 260 vídeos explícitos. A prisão ocorreu após uma denúncia anônima, e até o momento, quatro vítimas foram identificadas, todas frequentadoras da paróquia onde o padre atuava. A polícia também prendeu Lorena Marques, uma mulher transexual que, segundo as autoridades, era responsável por atrair as menores para o padre. Ela foi detida na última sexta-feira (30) em uma operação na zona rural de Coari. O delegado José Barradas, responsável pela investigação, revelou que a rede de pedofilia pode envolver outras pessoas, cujas identidades estão sendo mantidas em sigilo para não comprometer o andamento das investigações.Esses acontecimentos reforçam a complexidade e gravidade do caso, que continua sendo investigado pelas autoridades.
Elon Musk cumpriu em outros países ordens que desobedeceu no Brasil
O empresário Elon Musk, dono do X (antigo Twitter), cumpriu ordens judiciais de outros países sem alegar cerceamento da liberdade de expressão. No ano passado, a plataforma obedeceu a determinações da Turquia e da Índia. No Brasil, o bilionário protagoniza uma queda de braço com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e diz que o país se tornou uma ditadura.Nesta sexta-feira (30), Moraes ordenou que os provedores de internet que funcionam no Brasil suspendam, em até 24 horas, o acesso à rede social de Musk. A medida ocorreu após o empresário ignorar uma intimação do magistrado, que exigiu que ele apresentasse um representante legal do País. Em maio de 2023, o perfil institucional do X, responsável pelas relações internacionais, informou que estava cumprindo as determinações do governo de Recep Tayyip Erdogan, líder da Turquia desde 2003. Nas vésperas da eleição presidencial no País, que garantiu a Erdogan o poder até 2028, o empresário aceitou um pedido para restringir contas e limitar postagens. Os pedidos feitos por Erdogan são similares aos feitos por Moraes que, no bojo do inquérito das fake news e das milícias digitais, solicitou ao X para suspender contas e limitar publicações de perfis acusados de propagar fake news e incitar discurso de ódio. “Em resposta ao processo legal e para garantir que o Twitter continue disponível para o povo da Turquia, tomamos medidas para restringir o acesso a alguns conteúdos na Turquia hoje”, disse a conta institucional do X ao anunciar as restrições ordenadas pela Justiça turca. Na época, Musk respondeu a um jornalista que questionou as limitações feitas por Musk durante o período eleitoral no país. Pelo X, o bilionário afirmou que tinha duas escolhas: “restringir totalmente o Twitter ou limitar o acesso a alguns tuítes”. O segundo turno da eleição turca ocorreu 15 dias após o anúncio das restrições e Erdogan teve uma vitória apertada com uma vantagem de 2,5 milhões de votos. O pleito foi questionado pela Organização para a Segurança e Cooperação da Europa (OSCE), entidade responsável pela promoção da democracia na região, que atestou que o líder turco detém uma “vantagem injustificada” sobre partidos de oposição. Em janeiro do ano passado, o X removeu postagens que divulgavam conteúdos de um documentário da BBC, estatal de comunicação britânica, que denunciava a repressão do primeiro-ministro indiano Narendra Modi quando ele governava uma província do país. Na época, um assessor do Ministério das Comunicações indiano declarou à imprensa internacional que o documentário era uma “propaganda de ódio disfarçada” e nenhum trecho poderia ser exibido em território indiano. “Gravações compartilhando propaganda hostil e lixo anti-Índia da BBC, revestidos como documentário no YouTube e em tuítes que compartilham links para a produção foram bloqueados pelas leis soberanas da Índia”, disse o assessor na ocasião. Em abril do ano passado, Musk explicou para a própria BBC os motivos pelo qual decidiu acatar as determinações indianas. Segundo o empresário, as regras de lá são “bastante rígidas” e o X não poderia “ir além das leis do país”. “As regras na Índia para o que pode aparecer nas redes sociais são bastante rigorosas e não podemos ir além das leis do país. Se tivermos a opção de ir para a prisão ou cumprirmos as leis, iremos cumprir as leis”, disse Musk à BBC. Na quarta-feira (28), Moraes intimou Musk pelo próprio X, obrigando o empresário a indicar o representante legal da plataforma no Brasil para responder decisões judiciais. Desde o último dia 17, a rede social não tem advogados no País após o bilionário contestar ações do STF. Na quinta, Moraes suspendeu as contas bancárias da Starlink, outra empresa do bilionário, para quitar dívidas do X com a Justiça brasileira. Essa não é a primeira vez que Musk e Moraes trocam farpas públicas nas redes sociais. Desde abril, quando Moraes começou a investigar possíveis propagações de fake news pelo X, o empresário afirma que o magistrado infringe os princípios da liberdade de expressão e o compara a um ditador. Musk é alvo da investigação nº 4.957, que apura supostos crime de obstrução à Justiça, organização criminosa e incitação ao crime. O bilionário foi incluído no inquérito das milícias digitais após o X se negar a cumprir ordens de Moraes referentes a suspensão de perfis.
Novos membros do Amazonas tomam posse no IAB em solenidade na cidade do Rio de Janeiro
O Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) continua a fortalecer sua presença nacional com a integração de cinco novos membros provenientes de Manaus, Amazonas. A cerimônia de posse, realizada na última quarta-feira (28/8) na sede histórica do Instituto no Rio de Janeiro, contou com a participação especial do advogado amazonense Dr. Aniello Miranda Aufiero, representante do IAB no Amazonas. Entre os novos membros, foram empossados como membros honorários Eliezer Fernandes Júnior, João Baptista Opitz Júnior e Audaliphal Hildebrando da Silva, e como membros efetivos, Jean Cleuter Simões Mendonça e André Luiz Nunes Zogahib. A solenidade foi conduzida pelo presidente nacional do IAB, Sydney Limeira Sanches, que destacou a importância da crescente presença de associados em todos os estados do Brasil, com menção especial à subsede do Amazonas no Espaço Bernardo Cabral, em Manaus. Em seu discurso, Sanches agradeceu ao Dr. Aniello Aufiero pelo constante apoio e comprometimento com os ideais do Instituto, sublinhando o papel crucial que ele desempenha na expansão e fortalecimento do IAB na região amazônica. ReconhecimentoDr. Aniello Aufiero, responsável pela indicação dos novos membros, teve a honra de saudar pessoalmente cada um dos empossados, enfatizando suas contribuições individuais para o Estado do Amazonas e para o Brasil. Ele ressaltou a importância do juiz Eliezer Fernandes Júnior na magistratura amazonense, reconhecendo seu trabalho exemplar tanto na Vara da Infância e Juventude quanto no Tribunal do Júri. Dirigindo-se ao presidente da OAB Seccional Amazonas, Jean Cleuter Simões Mendonça, Aufiero elogiou seu desempenho à frente da Ordem, destacando o projeto “Advocacia de Portas Abertas” e seu sucesso na advocacia tributária. A saudação ao advogado, professor e médico João Baptista Opitz Júnior reforçou a ideia de que ele reúne todas as qualificações para fazer parte do IAB. Ao reitor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), André Luiz Nunes Zogahib, foi atribuído o mérito de promover a integração da UEA com o Brasil e o mundo, especialmente em questões ambientais. Finalmente, ao desembargador Audaliphal Hildebrando da Silva, presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (TRT-11), Aufiero fez questão de destacar que sua indicação ao IAB foi uma homenagem ao seu caráter e competência profissional. Expansão e futuro do IAB no AmazonasEm seu agradecimento, Jean Cleuter Simões Mendonça destacou o papel fundamental do Dr. Aniello Aufiero na expansão do IAB no Amazonas, ressaltando a importância histórica da posse para a advocacia amazonense. “Aniello Aufiero está realmente levando o IAB para o Estado do Amazonas, fazendo um excelente trabalho”, afirmou.


