A programação foca nas novas tecnologias, networking, promoção da saúde e bem-estar e se consolida como o maior evento de limpeza profissional da América Latina Uma delegação da JAN-PRO do Amazonas participa da 28ª Higiexpo em São Paulo. O evento destaca as últimas novidades do segmento a nível global dos produtos e serviços para higiene, limpeza e conservação ambiental. A feira é organizada pela Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional (Abralimp) e encerra-se nesta quinta-feira, 15/08. A promoção da saúde e do bem-estar foram o foco da programação que reuni dezenas de participantes e expositores de vários estados do Brasil, além de outros países. O evento oferece lançamentos visando o aumento da produtividade, a economia dos recursos como água e energia, e a melhorar a eficiência dos processos de limpeza, alinhados às necessidades atuais do mercado. Uma equipe de 10 integrantes da JAN-PRO-Manaus, empresa líder em soluções de limpeza profissional, participa da feira. A proposta é buscar trazer de volta ao estado não apenas novas tecnologias, mas também o conhecimento necessário para implementar soluções que atendam às necessidades específicas da região Norte. Conforme Fernanda Mamud, diretora regional da JAN-PRO, afirma que a participação da delegação reitera o compromisso da empresa em se manter na vanguarda das inovações tecnológicas e operacionais que definem o setor. “Com a crescente demanda por serviços de limpeza que garantam ambientes saudáveis e seguros, especialmente após a pandemia de COVID-19, a busca por novas tecnologias e metodologias se torna ainda mais crucial. Estreitar laços com fornecedores e parceiros, além de identificar novas oportunidades de negócios e aperfeiçoar suas práticas”, ressalta Fernanda. Esta edição conta com mais de 150 expositores, 3 áreas do conhecimento, mais de 56 palestras gratuitas, 2 congressos, e diversas atrações interativas. Mais informações podem ser obtidas no instagram @janpromanaus.
Avião de pequeno porte cai em zona rural no Mato Grosso, sem sobreviventes
Um avião de pequeno porte caiu em uma zona rural a 80 quilômetros de Apiacás, no Mato Grosso, na manhã desta quinta-feira, 15. Segundo informações da Polícia Civil, a aeronave explodiu ao colidir com o solo em uma área de mata, resultando em uma tragédia que deixou todos os ocupantes mortos. Ainda não há informações precisas sobre o número de pessoas a bordo ou suas identidades, mas a emissora SBT relatou que entre as vítimas estão o empresário Arni Alberto Spiering, de 69 anos, ex-presidente do União Esporte Clube de Rondonópolis, dois de seus netos, o piloto da aeronave e um funcionário do empresário. A notícia da morte de Arni foi confirmada em uma nota de pesar emitida pelo União Rondonópolis, clube onde ele foi uma figura de destaque e recebeu o título de cidadão mato-grossense. O clube expressou profunda tristeza pela perda: “É com profundo pesar que recebemos essa notícia tão triste e trágica para a família, para o nosso clube, para os amigos e para a cidade de Rondonópolis. O senhor Arni Alberto foi presidente do nosso time e uma pessoa importante para a história do clube, além de um apaixonado pelo vermelhinho. A tragédia também ceifou a vida de dois dos seus netos, torcedores fiéis do União. Nos solidarizamos com a família e amigos por tamanha perda. Que neste momento de dor, Deus conforte os corações e contem com nosso amor, apoio e solidariedade.” A Polícia Civil de Apiacás enviou uma equipe ao local para investigar as circunstâncias do acidente. Uma equipe da Perícia Oficial e Identificação Técnica também foi acionada e está a caminho do local para auxiliar nas investigações. Além disso, o Serviço Regional de Investigação e Prevenção a Acidentes Aeronáuticos (Seripa), da Força Aérea Brasileira, já foi mobilizado e enviará uma equipe para analisar as causas da queda da aeronave.
Pedido de impeachment de Alexandre de Moraes deve ser arquivado, dizem senadores
O pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, promovido por figuras como Deltan Dallagnol e outros oposicionistas, parece estar caminhando para um destino definido: o arquivamento. Essa é a avaliação de senadores próximos ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que, apesar de críticas pontuais à atuação de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), não demonstra inclinação para apoiar uma medida tão drástica. O movimento para o impeachment de Moraes ganhou força após as recentes revelações da Folha de S.Paulo, que indicaram que o ministro solicitou à equipe de combate à desinformação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informações para um inquérito em tramitação no STF. O caso, no entanto, não parece ter gerado um impacto suficiente para alterar a postura cautelosa de Pacheco em relação ao assunto. Fontes ligadas ao presidente do Senado apontam que a probabilidade de Pacheco aceitar o pedido é mínima, mesmo diante da pressão crescente de opositores. Esses senadores afirmam que, embora haja críticas aos métodos e à atuação de Moraes, o conteúdo revelado até agora não justifica a abertura de um processo de impeachment contra um ministro do STF, uma ação que teria profundas implicações políticas e institucionais. Apesar da expectativa de arquivamento, a reportagem da Folha pode se transformar em uma ferramenta de pressão nas eleições para a presidência do Senado, previstas para o início de 2025. Parlamentares que se opõem à atuação de Moraes pretendem usar essa questão como um ponto de compromisso para os candidatos ao cargo, na tentativa de alinhar o Senado contra possíveis abusos de poder. A intenção é que os candidatos se comprometam a adotar uma postura mais rigorosa em relação à atuação dos ministros do STF, caso sejam eleitos. No entanto, o cenário atual não indica que o pedido de impeachment terá avanços significativos. A expectativa é que Rodrigo Pacheco mantenha sua postura cautelosa e que o processo seja arquivado, apesar das movimentações políticas que continuam a ser monitoradas. Por ora, a tendência é de que o Senado não dará seguimento à proposta, reforçando a estratégia de Pacheco de evitar conflitos diretos com o Supremo Tribunal Federal.
PF investiga possível crime doloso em acidente aéreo fatal em Vinhedo
A Polícia Federal (PF), responsável pela investigação do trágico acidente aéreo que tirou a vida de 62 pessoas em Vinhedo, São Paulo, na última sexta-feira (9/8), está aguardando os laudos do Instituto Nacional de Criminalística (INC) e da Força Aérea Brasileira (FAB) para determinar a causa do desastre e possíveis responsáveis. Fontes ligadas à investigação afirmam que ainda é cedo para identificar suspeitos, mas consideram a possibilidade de crime culposo, por negligência ou imprudência, e até de crime doloso com dolo eventual, quando o risco de causar o acidente é assumido, mesmo sem intenção direta. A PF vai examinar se a manutenção da aeronave ATR 72 da VoePass, prefixo PS-VPB, estava em dia e se todos os equipamentos essenciais ao voo estavam operando corretamente. Relatos de ex-funcionários apontam para problemas nas aeronaves da empresa, incluindo o uso de um palito de fósforo para consertar um botão do sistema antigelo. Falhas nesse sistema estão entre as principais suspeitas para a queda do avião, que despencou quase 4 mil metros em um minuto, girando em um movimento conhecido como “parafuso chato”. Condições climáticas indicavam formação de gelo na altitude em que o avião voava. A conduta do piloto também está sob escrutínio, com base nas conversas gravadas pelas caixas-pretas do avião, que estão sendo analisadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). O áudio capturado inclui menções do copiloto sobre “dar potência” à aeronave momentos antes da queda, além de gritos dos passageiros. O mesmo avião já havia sofrido um “dano estrutural” em sua cauda durante uma aterrissagem em Salvador (BA) em março deste ano, o que o deixou fora de operação por quatro meses, retornando ao serviço apenas em julho, um mês antes do acidente. O relatório preliminar do Cenipa sobre as causas do acidente deve ser finalizado em até 30 dias. O órgão já completou a primeira etapa da investigação técnica, coletando informações no local do acidente. Segundo o brigadeiro do ar Marcelo Moreno, as caixas-pretas da aeronave forneceram dados essenciais, captando diálogos entre a tripulação e a torre de controle. Em até 90 dias, o Instituto Nacional de Criminalística (INC) deverá apresentar um laudo detalhado do local da queda, utilizando escaneamento 3D para reconstruir a condição da aeronave antes da remoção dos escombros. Um segundo laudo, previsto para ser concluído em até um ano, incluirá uma análise completa das condições da aeronave, fatores humanos, perfil dos envolvidos, cronologia do acidente e dados meteorológicos.


