Brasil – Andressa Urach, modelo e atriz pornô, voltou a causar polêmica ao anunciar que pretende construir uma igreja. Em uma caixinha de perguntas no Instagram, na noite desta segunda-feira (5), Urach declarou: “Daqui uns cinco anos vou abrir uma igreja. Mas não vou tirar dinheiro de ninguém. Quero ter condições de sustentar sozinha minha igreja. Quero falar de Jesus com a língua de cobra.” A influenciadora recentemente passou por uma bifurcação na língua, procedimento que custou R$1.350, valor que ela considerou acessível. Urach enfatizou que sua igreja será destinada a todos os pecadores, não apenas aos santos, e que pretende pregar o que recebe de Jesus gratuitamente. “Minha igreja vai ser para todos os pecadores e não para santos”, salientou. A modelo, conhecida por suas transformações de vida e declarações controversas, acredita que pode usar sua nova imagem para atrair e acolher aqueles que se sentem marginalizados. “Quero que minha igreja seja um refúgio para aqueles que se sentem julgados pela sociedade. Todos são bem-vindos”, disse Andressa, destacando sua visão inclusiva para o novo ministério. Além de revelar seus planos para o futuro, Andressa também compartilhou detalhes sobre sua recente cirurgia de bifurcação da língua, que custou R$1.350. “Achei barato”, comentou. A cirurgia, conhecida como língua de cobra, foi uma decisão ousada que gerou muitos comentários e críticas nas redes sociais, mas Andressa permanece firme em suas convicções. Nas redes sociais, a reação do público foi mista. Enquanto alguns seguidores apoiam a ideia inovadora e a coragem de Andressa, outros criticam e questionam a seriedade de suas intenções religiosas. Independentemente das opiniões, Urach continua a chamar atenção e a manter-se no centro das discussões públicas. Com sua trajetória marcada por reviravoltas e decisões polêmicas, Andressa Urach continua a surpreender e a dividir opiniões, agora com a promessa de fundar uma igreja onde a inclusão e a aceitação são pilares fundamentais.
Review O Último Pub (The Old Oak,2023)
Meu primeiro contato com o cinema de Ken Loach e eu gostei como ele constrói seus personagens cinzas que são trabalhados ao redor de cada vivência e o viés político e social que profusamente está intrínseco à todas as causas e consequências que levam todos ao seus status mais precioso: a humanidade. Para além de um cinema denúncia que muito funciona, mas vezes parece não saber como isso relacionar isso a narrativa. O longa se passa em uma pequena cidade mineira que enfrenta o declínio econômico após o fechamento das minas de carvão, uma história frequentemente narrada nas obras de Loach. O filme explora o impacto dessa perda em uma comunidade já abalada e como a chegada de refugiados sírios exacerba as tensões. No centro da narrativa está TJ Ballantyne (interpretado por Dave Turner), o dono do pub local “The Old Oak”, que tenta, com grande dificuldade, manter seu negócio e o espírito comunitário vivo. Loach utiliza o pub como uma metáfora para o estado de desintegração da sociedade britânica, onde as antigas tradições e a solidariedade comunitária estão em risco. A chegada de Yara (Ebla Mari), uma jovem síria, e sua família, provoca um choque cultural e social. No entanto, é através de sua interação com TJ e a comunidade que o filme expõe a possibilidade de empatia e entendimento entre pessoas de diferentes origens. Uma obra que fala sobre a importância da solidariedade em tempos de crise, a xenofobia e os desafios enfrentados pelos refugiados. Loach não se afasta de temas difíceis, como o racismo e a perda de identidade cultural, mas também oferece uma visão de esperança através da união e compreensão mútua. O filme é um chamado à ação e à reflexão sobre como tratamos o “outro” em nossas sociedades. “The Old Oak” é um filme poderoso e comovente, que examina a fragilidade e a força das comunidades diante das adversidades. Não é apenas um testemunho dos tempos modernos, mas também um apelo emocional para a empatia e a ação coletiva. Para os fãs de Loach e para todos aqueles interessados em histórias que refletem a realidade social, este é um filme imperdível. Estreia 08/08 (quinta-feria) com distribuição da Synapse.
Amazonas FC inaugura stand exclusivo para torcedores na Zona Leste
O stand apresenta uma extensa coleção de camisas nas icônicas cores amarelo e preto do time, oferecendo também atendimento personalizado para os torcedores que desejam se associar ao clube Em plena ascensão meteórica, o Amazonas Futebol Clube abre um novo espaço voltado aos torcedores na Zona Leste da capital amazonense. O novo stand oferece produtos oficiais do clube, além da oportunidade para os fãs se associarem ao time. O espaço funciona no Shopping Grande Circular, piso L2, durante o horário de funcionamento do centro de compras. Fundado em 2019 com a missão de representar o maior estado do país, o clube já conquistou dois acessos consecutivos e possui planos ambiciosos para as próximas temporadas. O título da Série C do Brasileirão no ano passado, que garantiu a vaga na Série B de 2024, foi o principal feito em quase cinco anos de existência do clube. Júlio Kitzinger, coordenador de marketing do Shopping Grande Circular, afirma que a inauguração stand é um marco significativo para os torcedores do time. O espaço exclusivo reforça a conexão entre o clube e seus fãs, oferecendo produtos oficiais e oportunidades de associação. “Essa é uma excelente iniciativa que promete fortalecer ainda mais a paixão pelo futebol na região. O stand também servi como ponto de encontro para torcedores, aumentando o engajamento da comunidade. Além disso, a escolha da Zona Leste facilita o acesso dos torcedores, impulsionando o desenvolvimento local. O stand apresenta uma coleção de camisas nas icônicas cores amarelo e preto do time, oferecendo também atendimento personalizado para os torcedores que desejam se associar ao clube. Além disso, conta com pontos instagramáveis, perfeitos para os fãs tirarem fotos e compartilharem suas experiências nas redes sociais.
Brasil vence República Dominicana e avança às semifinais do vôlei feminino
Brasil – Na manhã desta terça-feira (6), o Brasil mostrou mais uma vez sua força no vôlei feminino dos Jogos Olímpicos de Paris. A seleção brasileira derrotou a República Dominicana por 3 a 0 (25/22, 25/13 e 25/17) em jogo das quartas de final do torneio. Com a vitória tranquila, a equipe dirigida por José Roberto Guimarães avançou para as semifinais e, assim, para a disputa de medalhas. O adversário na semifinal será definido pelo confronto entre Polônia e Estados Unidos, que acontece ainda nesta terça-feira (6), às 12h (horário de Brasília). O Brasil continua invicto nos Jogos Olímpicos de Paris, sem perder sets até agora. As vitórias foram por 3 a 0 contra Quênia, Japão, Polônia e República Dominicana. Embora se tratasse de uma partida das quartas de final, o triunfo sobre a República Dominicana foi relativamente fácil. A equipe demonstrou um sólido sistema defensivo, com 10 pontos de bloqueio e vários amortecimentos dos ataques adversários para facilitar a defesa. O destaque individual foi a ponteira Gabi, que marcou 20 pontos, sendo 16 deles por ataque em 32 tentativas. Leia mais Brasil vence Japão por 3 a 0 no vôlei feminino O Brasil venceu o Japão no vôlei feminino por 3 sets a 0, pela segunda rodada do Grupo B nos Jogos Olímpicos de Paris, com parciais de 25 a 20; 25 a 17 e 25 a 18. O destaque da partida foi a ponteira Gabi, que marcou 17 pontos.Com a vitória, a equipe brasileira garantiu antecipadamente vaga nas quartas-de-final. O Brasil volta às quadras no domingo (4) para enfrentar a Polônia.
Governo Lula espera corte de juros nos EUA para evitar alta da Selic
A equipe econômica do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conta com um corte da taxa de juros nos Estados Unidos em setembro para evitar que se concretize o alerta feito pelo Comitê de Política Monetária (Copom): que pode elevar a Selic — taxa básica de juros da economia — se a inflação der sinais de alta. Divulgada na manhã desta terça-feira (6), a ata da decisão do Copom da semana passada, quando a taxa Selic foi mantida em 10,5%, indicou que o Banco Central está preocupado com a alta do dólar e “não hesitará em elevar a taxa de juros” se considerar apropriado. Economistas passaram a apostar numa redução até mais acentuada na taxa de juros dos Estados Unidos no próximo mês depois de ser identificado um risco de recessão na economia americana.Juros mais baixos nos Estados Unidos podem atrair investidores para o Brasil, que teria um diferencial de juros maior do que o atual, dando mais retorno para aplicações financeiras por aqui. Se isso acontecer, o dólar no Brasil tende a recuar, reduzindo as pressões inflacionárias. A avaliação do momento é que o Federal Reserve (FED) terá sim de cortar os juros na reunião de setembro, talvez até em 0,50 ponto percentual em vez de 0,25 ponto percentual. Economistas nos EUA têm alertado que o FED já deveria ter cortado os juros por lá e essa demora estaria contribuindo para o risco de uma recessão nos Estados Unidos. Na véspera da divulgação da ata do Copom, o dólar subiu, fechou a R$ 5,74 depois de chegar a superar R$ 5,80, mas o governo Lula espera um recuo depois de situação nos Estados Unidos ficar mais clara. Nesta segunda (5), um dos diretores do Federal Reserve, o de Chicago, disse que há um estresse exagerado no mercado e que não há dados que confirmem o risco de uma recessão até agora. E, se novos dados confirmarem esse risco, aí o FED terá de agir. Ou seja, fazer cortes mais intensos na reunião de setembro, o que significaria uma redução de 0,50 ponto percentual, fazendo os juros caírem para 4,75% a 5,25%.


